terça-feira, 9 de setembro de 2008

Golfinhos e Baleias

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Guardiões da Terra e
Organizadores das Energia
Planetárias


Mamíferos Marinhos: Golfinho (Delphinus Delphis)


Os golfinhos ou delfins são mamíferos cetáceos pertencentes à família Delphinidae.

Os cetáceos são o grupo de mamíferos marinhos mais diversificado e antigo, com evidências fósseis datadas de 40 a 52 milhões de anos. Todas as famílias dos Odontocetos e Misticetos evoluíram há 5-25 milhões de anos. Os dados trazidos pela análise de fósseis, assim como estudos bioquímicos indicam que os cetáceos compartilham um antecessor comum com os ungulados (hipopótamos, elefantes, vaca, cervos, etc. - Geraci e Lounsbury, 1993).

Os cetáceos arcaicos ou arqueocetos apareceram a meados do Eoceno e foram os primeiros cetáceos, ainda que não tenham sido os antecessores directos dos modernos cetáceos. Os arqueocetos desapareceram há uns 30 milhões de anos (Cawardine, 1995). É possível que os cetáceos mais antigos, se tenham aproximado das águas costeiras em busca de alimento ou fugindo de predadores. Tinham, então, quatro patas e levavam uma vida anfíbia.

O habitat natural de trinta e três espécies de golfinho é na água salgada, na costa ou no mar aberto. Porém cinco espécies vivem em rios e lagoas. Alguns golfinhos de água doce vivem no encontro da água doce com a salgada. A espécie mais comum de se encontrar é a Delphinus delphis.

A alimentação de golfinhos na maioria das vezes é peixe e lula, mas algumas espécies alimentam-se de baleias, pinguins ou focas. Eles não precisam beber água, porque no peixe já tem a água necessária.

Golfinhos são muito amorosos e fazem amor quando bem entendem, ou seja; não ficam restritos à um determinado período de acasalamento. Namoro - Um jovem macho de dez anos leva 6 dias a perseguir uma fêmea. O macho roça nela e mordisca-lhe a barbatana. O acasalamento do macho e da fêmea dá-se debaixo de água e dura uns vinte segundos. Os golfinhos têm um período de gestação de 9 a 12 meses. Aos cinco meses de gestação, a fêmea busca a companhia de outra fêmea. Costuma escolher a sua própria mãe, uma irmã ou alguma das suas filhas. As duas fêmeas permanecem juntas até que nasça o bebê-golfinho. As contrações, que indicam a proximidade do parto, duram vários dias. A primeira parte que sai pelo orifício genital da fêmea é a barbatana da cauda, situada no baixo-ventre da cria. Ao nascer, a cria afunda, por não tem ar nos pulmões. A sua mãe empurra-a suavemente com o “bico” para a superfície, afim de que ela possa respirar. O cordão umbilical desprende-se sozinho.O sangue que a mãe perde pode atrair tubarões, que tentam atacar o pequeno golfinho. No entanto, outros cinco golfinhos guardiões do trabalho de parto, lançam-se imediatamente em defesa.

Os filhotes de Orcas nascem mais ou menos com 2.2 m e 136kg. Normalmente nasce somente um filhote, a não ser que sejam gêmeos. Neste caso um geralmente morre.
Na média da maioria das espécies os golfinhos podem reproduzir-se com 7 anos e amamentam seus filhotes com leite.

Eles sentem frio pois possuem sangue quente. Possuem uma camada de gordura espessa sobre a pele para protegê-los das variações de temperatura. O SANGUE DOS GOLFINHOS É QUASE PRETO. Esta cor tão escura, é devido ao grande número de glóbulos vermelhos que contém o seu sangue. O Golfinho armazena 40 vezes mais oxigenio que o homem graças aos seus pulmões. Por isso pode permanecer 15 minutos debaixo da água, sem vir á superfície respirar.

A respiração do golfinho não se dá por guelras como nos peixes, mas por pulmões, exatamente como nós. Esta respiração é voluntária, ao contrário da nossa, que é involuntária; por isso mesmo, quando ficam em estado de estresse, como presos em redes ou acuados, param de respirar e podem se afogar com facilidade.

O sentido acústico e a ecolocalização - A velocidade de difusão do som, é cinco vezes mais rápida na água do que no ar, por causa da maior densidade do meio aquoso. Os cetólogos ainda não conseguiram decifrar a função dos sons das baleias mas é possível que estes sinais, num meio aquático, com visibilidade tão estreita, sirvam de comunicação e informação sobre a identidade, posição, disponibilidade de alimento ou presença de predadores.

A maioria dos “experts” em bioacústica, concordam em que os sons de ecolocação dos golfinhos, se relaciona com a emissão de sons a partir dos seios peri-nasais, das válvulas que se encontram na cabeça, e ao órgão dos espermaceti. Nos odontocetos os sons de alta-frequência penetram pelo osso oco cheio de lípidos da mandíbula, e são transmitidos para a cavidade do tímpano, daí ao ouvido interno e depois ao cérebro. Além disso, neste grupo, a cavidade do tímpano está isolado acusticamente do resto do crânio, de forma que cada ouvido possa detectar sons independentemente, determinando com isto a direção de onde provém. Os misticetos possuem abertura auditiva externa (um canal em forma de S), fechada por um tampão de cera, responsável, segundo se acredita, pela transmissão dos sons até o ouvido interno.

Os odontocetos são os únicos cetáceos que adquiriram um verdadeiro sistema sensorial único:
aprenderam a "ver com os ouvidos". A ecolocalização supõe a emissão de uma ampla gama de sons em ondas de breves impulsos sonoros, assim como a obtenção de informação de retorno, mediante a análise dos ecos. Esta capacidade de utilizar sons, tanto de baixa como de alta-frequência, combinada com uma audição direcional muito sensível, proporciona uma ecolocalização extremamente precisa.

Os olhos do golfinho possuem pupilas na forma da letra "U" além de uma forte musculatura ocular que lhes permite modificar a forma do cristalino para que se adapte a 2 tipos de visão, debaixo de água ou fora dela. Dentro de água e sobretudo a grande profundidade, a luz é muito escassa, enquanto que na superfície é muito intensa. Possuem uma pupila que recolhe grande quantidade de luz; mas, com sol forte, esta pode fechar-se até deixar apenas uma estreitíssima trama, o que lhes permite usá-la em ambientes luminosos. Além disso, têm a capacidade de mover rapidamente um só olho em todas as direções, para obter um amplo campo visual. Algumas espécimes, como os golfinhos nariz de garrafa, podem concentrar-se em objectos que estejam muito perto, utilizando a visão binocular.

No mês de abril, um grupo de 40 golfinhos comuns nadam ao longo das costas espanholas do Mediterrâneo. Os adultos sabem que, nesta época, os bancos de peixes se reúnem no oceano Atlântico e, sem duvidar, rumam para o Estreito de Gibraltar. Depois de nadar três dias, os golfinhos entram no Atlântico. Acabam de percorrer 600Km em mar aberto sem se enganarem! O cérebro dos golfinhos contém pequenas partículas de ferro. Estes imãs, em miniatura, orientam-se como bússolas em relação ao campo magnético terrestre.

Uma vez no oceano Atlântico, os adultos emitem um série de sons para avisar a todo o grupo de que já podem começar a caçada. Para caçar, os golfinhos emitem uma série de ondas sonoras. Usam o sonar que tem na cabeça. O sonar analisa o eco das ondas, que reverberam nos objetos situados abaixo da linha de água. Assim podem reconhecer as suas presas. Algumas espécies utilizam a região da mandíbula para detectarem vibrações de baixa freqüência, utilizando receptores de pressão que lhes permite calcular as velocidades de deslocação. Uma fêmea localiza um banco de arenques. Imediatamente, os golfinhos circundam os peixes e, com os sonares, emitem ondas sonoras para aturdir as presas. Depois disso, os golfinhos abocanham os arenques.

Os golfinhos não conseguem mastigar a comida, eles pegam-na com os dentes e engolem inteira.

O cérebro do golfinho em relação ao tamanho do corpo, é bem maior que o cérebro humano e possui muito mais circunvoluções e entranhas. Alguns estudiosos atribuem isto ao fato de serem mais desenvolvidos e inteligentes que nós da espécie humana (mesmo porque possuem mais de 60 milhões de anos de evolução e nós, apenas 2,5); outros ainda, entendem que tais circunvoluções existiriam pelo fato de possuírem um sonar. É exatamente através deste sonar que localizam, mesmo à noite, no escuro, os peixes embaixo d'água e o ambiente ao redor. Um golfinho de olhos vendados consegue "enxergar" tudo a sua voltar, duplicando o ambiente real numa imagem em terceira dimensão, composta dentro do cérebro. A câmara deste sonar é o que se chama de melão; é aquela cabeça/testa protuberante do golfinho.

A pele deles é muito específica, e tem um sistema complexo e organizado de terminações nervosas, abundantes e de grande sensibilidade. A pele é muito suave e fere-se facilmente, da mesma forma que também se cura muito depressa. Uma função importante da pele é ajudar a nadar mais eficazmente, uma vez que funciona como sensor de pressão - detecta os pontos da superfície do corpo sobre os quais exista excesso de pressão ou deformação, de modo a adaptar em cada momento, a adequada forma do corpo, para poder nadar.

O olfato é bastante limitado dentro da água como também fora dela. Ainda que a presença de quimioreceptores nos permita supor que através das fezes e da urina possam detectar outros golfinhos do grupo, assim como captar características químicas das correntes de água e a trajetória seguida pelas suas fontes alimentares.

Nos cetáceos não existe a relação olfato-paladar como nos mamíferos terrestres. No entanto, os órgãos gustativos permitem aos golfinhos “nariz de garrafa” diferenciar sabores, segundo as suas preferências por certos peixes.

Possuírem uma linguagem própria, a qual está ainda sendo pesquisada e estudada.

Os golfinhos sempre foram amigos de nossa espécie, estando presentes na vida da humanidade, desde os primórdios, passando pelos tempos da Grécia e de Roma até os dias atuais. Na antiguidade, o golfinho sempre foi considerado sagrado.

O professor da Universidade Casper Líbero (SP), doutor em Comunicação e autor do livro Ecologia e Biomidiologia, Flávio Calazans, grande admirador e estudioso dos golfinhos, conta que conta que Ulisses, o herói grego que idealizou o cavalo de tróia tinha como brasão um golfinho, o que demonstra que para os helênicos esses animais representavam a inteligência, esperteza, saúde e salvação, e muitas vezes eram associados a deuses como Hermes, Eros, Afrodite e Apolo. Tais divindades costumavam ser apresentadas cavalgando golfinhos.

Na Mesopotâmia há lendas bem mais antigas. Uma delas afirma, por exemplo, que a Babilônia teria sido fundada por deuses-golfinhos. Sobre a ilha perdida da Atlântida, citada por Platão como continente afundado, há histórias ocultistas que se referem aos animais como ancestrais divinos dos reis atlantes.

Um texto Caldeu diz o seguinte: "... e os homens da terra jamais foram dignos do amor que lhes deram seus irmãos de sangue das profundezas marinhas". O poeta da antiguidade, Oppiano escreveu: "Mas os golfinhos não esqueceram que já foram homens e mesmo em sua alma inconsciente, guardam esta lembrança".

Na Grécia antiga, um hino atribuído à Homero recorda que Apolo, deus do Olimpo e filho de Zeus, logo após seu nascimento na ilha sagrada de Delos, no Mar Egeu, teria se transformado num golfinho e nadado desde a ilha até o local que ficou conhecido como Delfos. Apolo ali chegando eliminou as divindades subterrâneas, matando a flechadas a serpente Piton, substituindo-a e transmitindo desde então seus oráculos através da sacerdotisa chamada de Pítia, mais tarde conhecida como Sibila Délfica.
Foi também entre os gregos que surgiu o primeiro relato de um homem salvo pelos golfinhos. Airion estava em um navio, indo de Corinto à Sicília quando marinheiros roubaram seu ouro e o jogaram no mar. Um golfinho o levou nas costas até a praia, salvando sua vida.

É sabido que em Nápoles, na Itália, também na Antiguidade, um menino atravessava a nado a baía do local, todos os dias, para ir à escola. Era acompanhado diariamente por um golfinho com o qual fez profunda amizade. Certo dia, acometido por um mal, o menino veio a falecer. Quantos não viram o golfinho procurando por ele em desespero, o qual, depois de certo tempo, foi encontrado morto! A iconografia Cristã, identificou o golfinho ao Cristo, entregando-se e sacrificando-se todos os dias pelos homens. Só tempos depois é que o golfinho foi substituído pelo peixe e, posteriormente, pela cruz. O escritor Francês, Jean de la Fontaine, em uma de suas fábulas, O Símio e o Golfinho (Le Singe et le Dauphin), escreveu: "Um navio... naufragou não muito longe de Atenas. Sem os golfinhos tudo teria se perdido. Este animal é um grande amigo de nossa espécie: em sua História, Plínio recorda... é necessário crer. Ele salvou tudo o que pôde."

Golfinhos desgarrados ou banidos de seus bandos, são criaturas fragilizadas que procuram amizade e aproximação com os homens. Na Espanha, o oceanógrafo Francês Jacques Cousteau, em pessoa, filmou a história de uma fêmea de golfinho chamada Nina, que sempre acompanhava um mergulhador nas costas do Mar Mediterrâneo. Há relatos até mesmo bizarros como a história de uma Australiana que era incomodada na praia por um golfinho macho, muito abusado, que insistia em se mostrar excitado com a presença dela dentro da água. Ainda na Austrália, nas costas do lado oeste, chamado de "Outback", há uma praia chamada Monkey Mia, onde uma grupo de
golfinhos vem pedir comida diariamente tendo já se tornado uma atração conhecida internacionalmente. Aqui no Brasil, em Santa Catarina, sempre houve uma parceria entre os Botos ranciscana e golfinhos de um lado, e pescadores, do outro. Os golfinhos vêm e empurram os peixes para as redes, acuando-os, dando tempo para que se fartem e ainda sobre
muito para os pescadores. Este conhecimento e parceria é passado de pais para filhos, tanto do lado humano como dos golfinhos!

Na Amazônia fala-se que durante os naufrágios os botos aparecem para ajudar a salvar as vítimas. Nas lendas amazônicas, o boto é sempre mostrado como inteligente e sensual.
O filósofo grego Aristóteles fez várias observações empíricas desses animais e concluiu que eles têm uma linguagem verbal semelhante à humana.


Saindo da área mística para a científica, Calazans também cita frases de grandes nomes para embasar seu fascínio. Enquanto o pesquisador e explorador submarino Jacques Cousteau os chamava de “intelectuais dos mares”, o astrofísico Carl Sagan disse uma vez que “somos a única espécie com a qual os golfinhos poderiam realizar experiências psicológicas”. O escritor
norte-americano Arthur C. Clarke, por sua vez, chegou a afirmar que são animais que possuem uma literatura oral, uma história e filosofia não-escritas que revelariam uma sofisticada cultura passada de geração em geração através de seus cantos marinhos.


Outro fato relacionado por Calazans refere-se a uma experiência vivida pelo médico John Lilly em 1954. Ele mergulhou nu em água a 34 graus Celsius e, sem sentir calor nem frio, ficou boiando em um tanque escuro. Sem som, luz nem gravidade, Lilly flutuou por muitas horas durante as quais relatou ter tido visões, transes místicos e viagens astrais – o experimento é egistrado no filme Estados Alterados. A força de tal vivência mudou sua visão acerca do mundo e de si próprio, levando Lilly a se dedicar a pesquisas sobre aqueles animais que vivem o tempo todo livres da gravidade, flutuando no mar. A partir desses estudos, conseguiu ensinar um casal de golfinhos filhotes a falar 30 palavras em inglês combinando verbos, pronomes e substantivos, descobrindo que os animais articulavam frases e comunicavam-se verbalmente na língua inglesa.

Em uma das experiências, Lili falou para o macho: "Joe, fundo piscina, disco plástico, trazer caixa boiando". Joe desceu e escolheu um entre os dois discos plásticos e o colocou na caixa que boiava.

A descoberta mais recente foi de que os golfinhos chamam uns aos outros por nomes próprios.
Cientistas da Universidade de St. Andrews, na Escócia, gravaram os chamados dos golfinhos e alteraram o timbre por computador. Depois colocaram o chamado na água. Dos 14 animais pesquisados, 9 responderam ao chamado. Isso significa que eles reconhecem não só o timbre da mensagem, mas também seu conteúdo, no caso, seu nome. Uma pesquisa anterior, de 2001, realizada na Universidade Columbia, nos EUA, ele descobriu que os golfinhos também são capazes de reconhecer seu reflexo no espelho.


Lilly descobriu que esses animais também têm uma ética e um sentimento de grupo avançados. Quando um golfinho é ferido, todo o grupo retarda a velocidade e alimenta o ferido até que ele fique curado.

Outros animais que parecem ter uma inteligência apurada são as baleias. O cientista Carl Sagan descobriu que elas cantam longos cânticos ritmados que ele deduziu serem poemas épicos. Além disso, as baleias sabem contar os meses do ano da mesma forma que nós. Em janeiro elas, em meio a um de suas canções, emitem um silvo característico. Em fevereiro são dois silvos. Em março três e assim sucessivamente até o final do ano, quando o ciclo que reinicia. Se Sagan estiver certo, as baleias contam o tempo e fazem observações astronômicas. O mesmo pode ser dito dos golfinhos.

No livro "Golfinho, a nova mitologia", Boris Sai conta que cientistas que haviam se deslocado para a costa do México para observar um eclipse encontraram lá milhares de golfinhos, que pareciam estar lá justamente para observar o fenômeno (o que nos faz concluir que eles são capazes de fazer cálculos astronômicos).

Em uma das conferências de John Lilly uma pessoa da platéia fez um pergunta relevante: se golfinhos e baleias são tão inteligentes, por que não dominam o mundo? A resposta de Lilly foi: "Talvez eles sejam tão inteligentes que não queiram isso, dominar o mundo é só uma tentativa frustrada de dominar a sua própria insegurança interna".



Nesse sentido, talvez golfinhos e baleias sejam muito mais inteligentes que nós, que matamos nossos próprios semelhantes e destruímos aos poucos o mundo que nos abriga. No livro O Centro do Ciclone, onde difunde suas pesquisas com esses fantásticos mamíferos, o médico chega a concluir que se todos do planeta tivessem consciência como a dos golfinhos, não haveria guerras, poluição ou doenças incuráveis.

Entretanto, os golfinhos perseguem e matam alguns golfinhos menores nas costas da Escócia, num comportamento inexplicável e intrigante. Contudo, tal comportamento não é tão incomum pois é mais aparente nas Orcas. As Orcas, também são golfinhos e não baleias como se pensa - e dentro de seu cardápio, incluem os outros golfinhos (Vaquitas ou Marsuínos entre outros), popularmente conhecido por Flipper. Quando um bando de golfinhos pressente um bando de Orcas nas proximidades, morrem de pavor e imediatamente batem em retirada.

Os Botos, as Orcas também são golfinhos e os erroneamente chamados de Peixe-Porco (pois não são peixes, mas sim mamíferos). São chamados de Peixe-Porco devido aos viajantes do século 16 que ao atravessarem os mares e morrendo de fome, apanhavam muitos deles com arpões, pois inocentemente nadavam ao lado dos navios sem sequer desconfiarem que estavam sendo... um alvo. Jean de Léry, viajante Francês que cruzou o Atlântico desde a Europa até a França Antártica, atual, Rio de Janeiro, conta o que viu nessa viagem envolvendo os golfinhos: "(...) os golfinhos são de duas qualidades, uns de focinho achatado imitando um bico de pato, outros ao contrário de focinho redondo (...) quando o mar se agita, surgem esses golfinhos repentinamente à tona d'água, mesmo à noite e tornam o Oceano quase verde. É um prazer ouvi-los roncar e fungar como porcos (...) apanhamos na ida cerca de vinte e cinco (...) Com referência às partes internas (...) parece um verdadeiro porco aberto e dependurado (...) no ventre de alguns desses peixes acharam-se filhotes, que assamos como leitão (...)"

Orcas, Golfinhos e Botos possuem um bico/boca mais ou menos alongado dependendo da espécie. Os chamados Peixes-Porcos e as Vaquitas (como são chamados os primeiros em algumas regiões da América do Sul e a Vaquita no México) ou ainda o Golfinho de Hector na Nova Zelândia, não possuem um bico protuberante, mas apenas uma boca "rasgada" na fronte, que lembra muito a do atum (que é um peixe). A Vaquita infelizmente é atualmente o delfinídeo que corre o maior risco de extinção, restando apenas acerca de 300 indivíduos na Califórnia do Sul, no México. Os botos mais conhecidos do Brasil são os de rio e os de água salgada. Os de rio são basicamente o Tucuxi do Amazonas (muito parecido com o Flipper, mas de tamanho bem menor) e o Boto - Cor-de-Rosa. Este último é quase cego pois o meio dos rios em que vive na Amazônia, possui águas muito escuras, os que determinou a evolução do seu sonar e a atrofiamento dos olhos. Ambos deram origem a diversas lendas nas quais acreditam piamente as populações ribeirinhas.

Os botos de água salgada, são os da espécie Franciscana, hoje em dia muito comuns em Ubatuba e que até os anos 50 e início dos anos 60, podiam ser vistos na Barra em Itanhaém. Os
golfinhos mais comuns no Litoral Sul de São Paulo são o Delphinus Delphis e os Tursiops Truncatus ou Flipper.

Outros mamíferos dos rios são os chamados Peixes-Bois que foram impiedosamente caçados pelas populações ribeirinhas que quase os levaram à extinção. Manso, pacífico e lento eram presa fácil para os caboclos ignorantes que os caçavam com suas canoas, arpoando-lhes as costas e depois de amarrá-los, os matavam por asfixia, introduzindo dois pequenos bastões de madeira nos orifícios das narinas. Nem mesmo um monstro poderia imaginar pior tortura.
Hoje estão sendo preservados graças aos esforços do IBAMA e de várias "Ongs" ambientalistas como o Greenpeace e o WWF (World Wide Fund). Existem no mundo também os Peixes-Bois de água salgada, os quais são também chamados de Dugongos. Aqui no Brasil eram comuns desde o Litoral Norte de São Paulo, Rio de Janeiro e Nordeste. Hoje em dia, alguns ainda sobrevivem no mar ao longo de algumas poucas praias isoladas do Litoral do Nordeste.


Sempre associamos aos golfinhos a imagem do chamado "Flipper" ("Nadadeira", em Português), astro do famoso seriado de TV dos anos 60. Ele é da espécie Bottlenose Dolphin - Tursiops Truncatus (golfinho nariz de garrafa, pelo formato de seu bico). No Brasil, freqüenta esporadicamente as baías de Angra, Paraty e Ubatuba, preferindo o mar aberto. Por isso mesmo, freqüenta o mar de Itanhaém e as vizinhanças das Ilhas Queimada Grande, Queimada Pequena e Laje de Santos, onde são regularmente avistados em bandos, seguindo os barcos de passeio e dando sempre um show à parte.

Os predadores de golfinho são tubarões, baleias e o ser humano. Muitas vezes golfinhos morrem em redes para pescar atum. Para achar atuns, os pescadores muitas vezes procuram por golfinhos porque o alimento deles é o mesmo. Para se proteger os golfinhos nadam em grupos, porque é mais fácil identificar o inimigo um grupo do que individualmente. Uma estratégia de sobrevivência fundamental para golfinhos são as vibrações sonoras. Elas permitem que ouçam outros golfinhos, baleias, peixes, barcos e o eco deles mesmos. Eles soltam um som que, quando encontra algo, volta o mesmo som e permite que o golfinho saiba a distância do indivíduo, barco, pedra.

Sentido Magnético - Há provas de que muitos organismos têm a faculdade de receber nformação sensorial do campo magnético da Terra para orientar-se; isso também está presente nalgumas espécies de cetáceos. Num ambiente marinho, os pontos fixos de referência para a navegar, são escassos, e por isso a aquisição de um sistema de navegação baseado no campo magnético da terra seria de grande eficiência para os cetáceos - da mesma
forma que a invenção da bússola o é para os marinheiros. Normalmente as linhas de força do campo magnético natural vão de norte a sul com uma densidade uniforme. No entanto, em determinados pontos, o campo distorce-se, devido a certo tipo de formações geológicas (por exemplo zonas ricas em ferro). Estas distorções chamam-se anomalias geomagnéticas. Supõe-se que o encalhar grupal de cetáceos, são o resultado de graves erros de navegação, cometidos aquando da utilização do seu sentido magnético de orientação. Pode também tratar-se de uma faculdade sensorial que, nos cetáceos, ainda não se tenha desenvolvido completamente.


RÉCORDES:

7 metros, é a altura dos saltos que dão os golfinhos listrados fora da água, quando brincam no mar.

70 anos, é a idade que podem alcançar algumas orcas, os maiores delfídios.

75KM/H, é a velocidade alcançada por algumas orcas que perseguiam uma presa. São duas vezes mais rápidas que um transatlântico.

1.200 metros, é a profundidade recorde alcançada por uma espécie de golfinho: o baleote focinhudo de Blainville.

Especialistas Relacionam ADN com Comunicações

Golfinho - Humana e Curas Extraordinárias

Puna, Havai – Além de ser o plano da vida, o ADN representa um papel poderoso na comunicação recentemente descoberta entre golfinhos e humanos, de acordo com um grupo de pesquisadores de Cetáceos (golfinhos e baleias) do Instituto Sirius, na Grande Ilha do Havai.


Um estudo continuo neste Instituto mostra estes mamíferos marinhos recebendo e transmitindo sinais capazes de afetar a dupla espiral genética, e que usando biotecnologia natural, golfinhos podem curar “sonogeneticamente” humanos nadando em sua proximidade.

Quatorze anos de estudos multidisciplinares nesta ala da Fundação Golfinho-Humana indicam que a manifestação de características genéticas do ADN, tradicionalmente considerado o “plano da vida”, pode ser mudada pelo som e campos eletromagnéticos gerados pelos golfinhos. Um relatório impressionante, publicado este mês sobre o ADN: Piratas da Espiral Sagrada (Tetrahedron, LLC; 1-888-508-4787), pelo Dr. Michael Hyson, diretor de pesquisas e outros, examina o desenho dos anéis concêntricos espiralados do ADN, acção vibracional, e funções “eletrogenéticas” durante interação bioacústica entre golfinhos e humanos.

Novas pesquisas demonstram, que o ADN é ativado por ondas e partículas de som e luz energizadas que, mais do que química e drogas, ligam ou desligam genes. Da mesma forma, a herança genética é energeticamente transmitida “bioacusticamente e eletromagneticamente”, através de moléculas especiais de água que formam a matriz eletrogenética do ADN. Estas estruturas hidroelétricas na forma de pirâmides, hexágonos e pentágonos, direcionam os processos de cura. Neste caso, terapias assistidas por golfinhos ocorrem em um ambiente submarino – eletroquimicamente similar ao plasma (soro sanguíneo) humano – o que aumenta os efeitos energéticos de acordo com os pesquisadores.

Estas descobertas, de acordo com o Paradise Newland, fundador do Instituto Sirius (Sirius Institute), pioneiro em parto subaquático atendido por golfinhos, e gerador da Nação dos Cetáceos (Cetacean Commonwealth), apóia uma nova visão dos golfinhos e baleias como o “povo do mar”.

“Os Cetáceos têm tido complexas linguagens por milhões de anos, possuem os maiores cérebros, incluem as maiores criaturas de qualquer lugar, e possuem uma história de amizade, cooperação e mesmo parcerias com humanos”, diz ela. Estes fatos apóiam a necessidade de promulgar legislação, de acordo com a Sra. Newland, designando golfinhos e baleias como “seres conscientes” e fornecendo a eles “completa proteção diante das leis humanas”. A Nação está promovendo esta agenda científica e política para encorajar a preservação dos Cetáceos, comunicação entre as espécies, e a sua crescente participação no nosso mundo.

“Experiências com golfinhos durante 40 anos, “aponta o Dr. Hyson, “têem nos mostrado que os golfinhos são mais “humanos” que muitos de nós.

Eles são empáticos, telepáticos e com freqüência desejam auxiliar na cura dos humanos. Usaremos esta pesquisa para auxiliar a estabelecer os direitos devidos aos Cetáceos num processo similar àquele em que o povo Aborígine Australiano obteve o seu direito humano à vida.”


As pesquisas do Dr. Hyson no mecanismo das terapias co-assistidas pelos golfinhos estão incluídas no livro de 550 páginas ($29.15) disponível para encomenda através da impressa pequena (small press) e algumas livrarias. Escrito para “leitores leigos inteligentes e acima”.

Mais Informações Interessantes Sobre Ondas Sonoras, ADN e Golfinhos do Instituto Sirius no Havai. Tetrahedron, LLC Health Science Communications for People Around the World – http://www.tetrahedron.org/

Igor Charkovsky, russo, tem estado, há muito tempo envolvido com partos dentro da água. A sua filha, que agora tem 20 anos, nasceu dentro de água.

Charkosvsky e a sua equipe, levaram uma mulher para o Mar Negro afim de que parisse ali. Estavam então preparados, com a mulher deitada na água, a dois pés de profundidade e, segundo se lembram, aproximaram-se três golfinhos, afastaram toda a equipe para o lado e tomaram o controle.

Os golfinhos fizeram algo que parecia ser um “scanear” de cima abaixo, do corpo da parturiente (eu já experimentei e sei que isso produz algo no sistema humano).

A mulher deu a luz quase sem dor nem medo.

Esta foi uma fantástica experiência, a do parto debaixo de água, e que veio a dar início a uma nova prática usando golfinhos como parteiros, que se vem estendendo por todo o mundo. Os golfinhos projetam um “sonar” no momento do nascimento que parece relaxar a mãe.

Os golfinhos gostam dos seres humanos. Está claro que isto é não é uma regra absoluta, mas geralmente é verdade. Quando se vai nadar com golfinhos, e há crianças ao redor, eles dirigem-se primeiro a estas. Se não há crianças, dirigem-se às mulheres, se não há mulheres aos homens; se há alguma mulher grávida então todos os outros podem esquecê-los, pois ela obterá toda a sua atenção.

Essa pequena criança por nascer é o mais importante de tudo, porque os golfinhos emocionam-se muito quando vêem um nascimento humano. Ficam simplesmente encantados, e podem fazer coisas realmente assombrosas. Os bebês que nascem com golfinhos parteiros, são crianças extraordinárias…

França também tem havido nascimentos debaixo de àgua. Usam grandes tanques, instrumentos cirúrgicos, médico e equipe de emergência preparados para o caso de haver algum problema.

Quando uma mulher está boiando na água, parece que a maioria das complicações se resolvem sozinhas.


Uma mulher, assistente de Charkovsky, apresentou filmes feitos durante os partos. Tive a oportunidade de observar em filmes de dois partos diferentes, que as parturientes não só não demonstravam sentir nenhuma dor, como também experimentavam um prazer absoluto enquanto davam à luz.

Também vi alguns filmes onde os bebês e as crianças de dois ou três anos dormem baixo de água, no fundo da piscina e a cada dez minutos, aproximadamente, sobem á superfície enquanto dormem, levantam o rosto, respiram e regressam para acomodar-se no fundo outra vez. Estas crianças vivem na água, o meio líquido é o seu lar. É quase como se fossem uma espécie diferente, ainda sem nome. Há quem os chame de homodelfinus. Parecem ser uma mistura entre humanos e golfinhos.

Fragmento – O Antigo Segredo da Flor da Vida I - Drunvalo Melchizedek


CompassionEm um estudo recente, a Força Aérea aplicou um padrão de som específico a um de dois tubos de teste contendo dióxido de nitrogênio, um poluente encontrado na atmosfera. Nada foi feito ao outro tubo. Quando o som foi aplicado ao primeiro tubo, ele instantaneamente mudou sua composição química, enquanto o segundo tubo permaneceu exatamente igual. A gravação usada chama-se Swept Clear e é uma forma de onda de áudio de uma nuvem de chuva.

Environmental HarmonizerAs aplicações desse princípio estão sendo usadas em esforços para a diminuição da poluição no mundo inteiro, com enormes resultados. Usando uma unidade de transmissão, de metal, chamada harmonizador (um objeto geométrico feito de cobre torcido, que atua como uma antena), uma freqüência de som é aplicada e transmitida pelo ambiente circundante, fazendo com que as moléculas dancem em uma batida diferente, por assim dizer, e se realinhem em elementos não poluidores. Ver o site http://www.earthtransitions.com/.

Esses experimentos foram conduzidos em operações em pequena escala no mundo inteiro, patrocinadas por pequenos grupos de indivíduos, com resultados surpreendentes, como a queda de 40% nos níveis de poluição dentro de um mês desde o início do programa. Houve de 30 a 40 por cento de redução de monóxido de carbono, dióxido de nitrogênio e ozônio, em Denver, Caracas, Cidade do México, Los Angeles, San Diego e Phoenix.

Em minha pesquisa sobre o assunto, descobri que usar o som dessa maneira estava muito longe de ser uma descoberta. Na Índia antiga, os sacerdotes brâmanes costumavam realizar um ritual chamado Agni-hotra, uma cerimônia com fogo, que envolvia o uso de um pote geométrico de cobre, em forma de pirâmide, de dimensões muito precisas, o fogo sagrado, e o canto de certos mantras, exatamente ao nascer e ao pôr do sol. Foi cientificamente documentado que esse processo diminui os vírus e as bactérias patogênicas, e os níveis de poluição, em uma área de duas milhas a partir do local onde a cerimônia está sendo realizada. Para mais informações sobre o Agni-hotra/, ver: http.//www.summit.net/home/Agnihotra/

De fato a Natureza também usa som como agente de transformação.Pesquisadores descobriram a existência do que é denominado uma "matrix bio-acústica" ou envelope sonico em um eco-sistema o qual é criado de sons emitidos de insetos e animais daquela região. Essas emissões sônicas são necessárias para sustentar a saúde do eco-sistema. A pesquisa de Dan Carlson revelou que canto de pássaros ativa o mecanismo de florescer das plantas. O pesquisador Rodrigo Navarro na Austrália descobriu que o som dos sapos, grilos e outros insetos têm uma vital contribuição para a sinfonia de Gaia (Terra), e que esses sons começa ou pode até produzir chuva na área.Na costa da Austrália, pesquisadores da marinha descobriram que o som dos golfinhos são responsáveis pelo crescimento de modelos de corais no recife.

Os efeitos do som podem ser vistos nos domínios esotéricos também. Os golfinhos usam o som para curar, e nós também. Em seu livro Healing Sounds, Jonathan Goldman discute como a entonação [toning] (uma técnica que utiliza um som esculpido), pode mudar a energia parada de nossa aura, permitindo que nossa própria energia natural flua mais livremente. Tom Kenyons, de Acoustic Brain Research demonstra como o som afeta os padrões de ondas cerebrais e o sistema imunológico em um caso, uma mulher com mal de Parkinson, ficou completamente sem sintomas um dia depois de ouvir certos padrões de som, que eram uma combinação da ressonância da Câmara dos Reis, no Egito, e da molécula do hidrogênio.O CD usado chama-se Living Light/Living Waters, de Rodrigo Navarro. Em outro caso, um homem saiu de um coma depois de algumas horas ouvindo uma gravação de sinais de áudio que tentavam reproduzir o padrão de criação do universo. A gravação usada chama-se Creation Wave. As histórias são numerosas, e cada uma mais surpreendente do que a outra.

Durante uma experiência há um ano atrás, percebi pessoalmente a capacidade do som para curar quando fui visitado por um grupo de golfinhos que vieram para mim nos planos interiores e começaram a mostrar-me como entonar no corpo de alguém para ajudar a aliviar a dor. Quando me orientaram a fazer certos sons no corpo dessa pessoa, ela pôde sentir a dor sendo aliviada enquanto o som penetrava nela. Outro grupo interdimensional de seres, chamados os Hathors, ao qual eram dedicados templos em Dendara, no Egito, também empregava o som como meio de cura e de comunicação. Eles estiveram trabalhando também com a Terra, para ajudá-la em sua transição para outro nível dimensional de consciência, primariamente através do uso do som. Para saber mais sobre as conexões entre os Hathors e o Egito, ver: www.floweroflife.com

Temos sido orientados, durante o ano passado, trabalhando com a cooperação dos Hathors, a usar o som para modificar padrões distorcidos de energia que existem na Terra e que são conhecidos como zonas de estresse geopático.Ver http://www.earthtransitions.com para maiores informações sobre as zonas de estresse geopático e seus efeitos. Esses padrões de energia são resultado de emoções não resolvidas da humanidade, guerras, conflitos, ou desrespeito para com espaços sagrados. Temos descoberto que, trabalhando com Espíritos da Natureza, ou devas, da área, e proporcionando-lhes vibrações de sons, eles são capazes de usar essas freqüências para curar as distorções da Terra naquelas áreas. É interessante observar também quantos grupos indígenas utilizaram alguma forma de som com propósitos sagrados e cerimoniais. Os povos aboríginas tocam o digereedo (instrumento musical) ao longo das linhas de Canção da Terra. Numerosas tribos de nativos americanos usam cantos cerimoniais, tambores e música, para criar vibrações medicinais oferecidas para mudar os padrões distorcidos mantidos dentro da Terra.

Testemunhamos pessoalmente numerosos acontecimentos que vão do simplesmente surpreendentes até aos milagrosos, quando esses padrões distorcidos são mudados. Em um caso, em Cape Town, na África do Sul, vimos a poluição de uma área chamada Cape Flats desaparecer em questão de 30 minutos depois de uma cerimônia usando pouco mais do que vibrações de som, transmitidas por um instrumento chamado harmonizador. Uma estação de rádio em Cape Town começou a usar esse harmonizador e uma gravação de áudio com a forma da onda da molécula da água. Eles tocaram isso em níveis inaudíveis, em sua estação de rádio, transmitindo de sua torre, e dentro de uma semana registraram um aumento sem precedentes de 47% em sua audiência.

O interessante é que, durante o mês em que um grupo de nove indivíduos começou a tocar esse padrão de som através desses harmonizadores em Cape Town, numerosas baleias começaram a aparecer em toda a área, um mês antes do que normalmente elas começavam a surgir.

Em São Paulo, apenas um dia depois de usar as vibrações de som em cooperação com as forças dévicas para normalizar os padrões geopáticos, a poluição diminuiu tanto que foi notícia de primeira página nos jornais. Mesmo o trânsito, que é um grande problema, em uma cidade de 20 milhões de habitantes, havia melhorado tanto que as pessoas comentavam sobre isso, uma semana depois. Além disso, a economia brasileira deu uma virada inesperada e apresentou uma importante recuperação, alguns dias depois da sessão de remoção (limpeza) geopática. Por "coincidência" a área da qual o estresse geopático foi removido, era o centro financeiro da cidade.

Em Vancouver, Los Angeles, Auckland e Denver, quando esses padrões de som foram aplicados aos padrões vibracionais distorcidos da área usando os harmonizadores, a taxa de criminalidade dessas cidades caiu de 30% a 50% , depois de alguns meses. A taxa de criminalidade de Vancouver caiu 30% em dois meses, a de Denver, 51%, a de Los Angeles, 40% em três meses, e a de Auckland, 50%. Em uma escala global, o menestrel cantor James Twyman viaja pelo mundo promovendo concertos de paz em áreas conflagradas. Utilizando o poder da própria voz para produzir padrões vibracionais harmônicos, e combinando-os com orações pela paz feitas pelos auditórios, ele tem visto a paz restaurada como que por milagre, nas regiões nas quais os concertos têm sido realizados. Ver Emissary of Light, de James Twyman.

Seria isso tão simples? Parece que sim. Esse poder do som, oculto e sub-utilizado, está mudando o curso dos acontecimentos em nosso planeta.

Om Namah Shivaya

Presença sagrada dos
Guardiões dos Oceanos e Guardiões da Terra


Queridos Trabalhadores da Luz, agora a Terra está completando seu próprio processo de Ascensão e Reestruturação; é tempo de começar o processo de criação do Paraíso-Terra. Pois o Paraíso não é somente para aqueles afortunados o bastante para viverem em uma ilha tropical, mas para todos os humanos da Terra. Neste próximo ciclo, haverá muito a fazer para alcançar este objetivo. Este é o tempo de semear, e à medida que vocês plantam as sementes, vocês sabem que elas brotarão e florescerão na Luz.

Como Trabalhadores da Luz, muitos de vocês terão ofertas com novas oportunidades para crescer e expressar sua luz e essência interior. Haverá novas "missões" oferecidas para aqueles de vocês que estão preparados para abraçar novos desafios. Pois, à medida que entram nas Vibrações Mais Elevadas da 9ª Dimensão, vocês podem ser chamados para se tornar Guardiães da Terra
ou Guardiães do Oceano. Enquanto as energias que chegam do Divino Feminino ativam a sua Glândula Pineal, ela ativará profundas memórias no seu DNA e nos registros Akashicos de vidas passadas na Lemúria e Atlântida e de outros tempos e lugares, já que vocês, como humanos, estão muito intimamente conectados com a Sagrada Terra, e sabem como se comunicar e ouvir a Terra e os Oceanos. Estas habilidades e dons serão relembrados por muitos de vocês enquanto se movem mais próximos de um entendimento do seu novo modo de vida na Nova Terra Ascensionada.


Compreendam, queridos Trabalhadores da Luz, que muitos de vocês continuarão a prosseguir no seu desenvolvimento de alma como curadores, professores espirituais e terapeutas. Vocês ajudarão a humanidade a compreender a nova maneira de viver na Terra na Quinta Dimensão. Este é um trabalho importante e trará muita alegria, enquanto progressivamente se tornam mais criativos e relaxados no seu trabalho. Mas alguns de vocês sentirão dentro de si mesmos um chamado para servir o planeta de novas formas. Estes serão os Guardiões da Terra e os Guardiões do Oceano. Eles serão os Trabalhadores da Luz chamados pelo Espírito para aprenderem a ser os zeladores do Planeta.



Muitos de vocês têm visto, chocados, como os Golfinhos e as Baleias estão deixando seus Oceanos. E vocês estão tristes. Sem dúvida, é uma coisa triste de várias maneiras. Mas eles estão transferindo a vocês a responsabilidade de supervisionar os Oceanos e assegurar que as grades Oceânicas sejam mantidas em uma condição saudável na Nova Terra. Eles têm criado um espaço para vocês assumirem suas responsabilidades. Isto significa que eles nunca retornarão? Não, com certeza, depende de vocês convidá-los a retornar para os Oceanos, como convidados e colegas de trabalho. Mas, também depende de vocês assegurarem que podem oferecer a eles um ambiente puro e uma amigável e colaboradora recepção. Sim, isto parece difícil, mas pode ser executado se suficientes Trabalhadores da Luz começarem a tomar a responsabilidade por este trabalho. No passado, vocês retiraram os seus poderes, pela crença de que vocês não podiam "fazer" nada para deter a degradação do Planeta, mas nós dizemos, realmente vocês podem. À medida que juntam forças com os Espíritos e Elementais da Natureza, vocês descobrirão que vocês de fato têm o poder de recriar um meio-ambiente puro do Paraíso neste Planeta.

Bem, nós diremos que aqueles de vocês que se sentirem chamados para servir desta maneira, precisarão ser treinados, e muitos de vocês entrarão em relações de trabalho com os xamãs Indígenas do Planeta. Este é de fato a hora para os Trabalhadores da Luz e aqueles sábios Indígenas começarem a compartilhar a sua sabedoria. Cada um de vocês tem uma profunda sabedoria que precisa ser reconhecida. E nesta parceria, os Trabalhadores da Luz aprenderão a trabalhar com a Terra e os seus Oceanos, e os Indígenas uma vez mais descobrirão o seu poder e o seu próprio valor como guardiões da integridade do Planeta.

Assim, meus queridos, é tempo de celebrar este novo desenvolvimento. Vocês estão prontos para se tornarem os organizadores e guardiões da sua Terra. E até que cada humano no planeta contribua para esta tarefa, haverá aqueles de vocês que serão chamados pelos espíritos da Terra e do Oceano para estar em especial serviço. Estes aprenderão a ouvir a Terra e o Oceano, para falar com eles, e para transmitir suas mensagens para a humanidade. Esta será o primeiro passo para se criar harmonia entre o Planeta e as suas pessoas novamente. Isto eliminará os "desastres naturais", pois as pessoas saberão quando a Terra precisa se mover ou liberar pressão, pois os guardiões da Terra estarão lá para receber as mensagens, como no passado quando os humanos tinham uma relação melhor com a própria Terra.


swim with dolphins 1Aqueles que são chamados para ser os Guardiões da Terra, serão atraídos para a Terra e a Natureza. Eles se comunicarão com os Elementais e os Devas. Eles trabalharão para manter a integridade das grades cristalinas da Terra, e trabalharão com os animais e as plantas e os reinos minerais para manter a paz e o equilíbrio. Eles tomarão a responsabilidade pelos seus meio-ambientes particulares, conforme direcionados pelo Espírito e pelos Anjos. Muitos começarão as comunidades do paraíso, que serão as energias semente para a criação da Terra do Paraíso. Eles serão re-conectados com a sagrada Terra. Esta não é uma maravilhosa maneira de servir à Terra? Muitos dos jovens seres Índigo que estão entrando agora na vida adulta serão chamados para servir desta maneira. Eles liberarão suas frustrações e raivas, e tornar-se-ão os "Guerreiros do Arco-Íris" que foram destinados a ser. Isto trará a eles muita alegria ao aprender a sabedoria da imensidão dos sábios anciães da raça humana. Porém, não podemos deixar de enfatizar o bastante, queridos Trabalhadores da Luz, que aqueles que aceitarem esta missão precisam ser treinados e precisam desenvolver suas habilidades e dons. Trabalhar com o poder dos Elementais e dos Espíritos da Natureza não é para os não iniciados e para os tolos. Conforme são atraídos para este caminho, então o Espírito chamará os Professores que vocês necessitarão para dar a vocês a mestria e habilidades que são requeridas para este trabalho.

E assim, nós pedimos para que ouçam, para ouvirem se vocês forem chamados para este novo trabalho nesta hora. Vocês ouvirão isto claramente, se for para assim ser!

Arcanjo Miguel - Canal: Celia Fenn

maryMary J. Getten: comunicadora de animais, naturalista das baleias e autora de “Comunicação com as Orcas.”
www.marygetten.
com recebeu uma comunicação direta das baleias para que nós fizéssemos uma
Sintonização à freqüência das baleias.
Perto de qualquer corpo natural de água durante este tempo (nascentes, rios, córregos, açudes, lagoas, praias) e ofereça a sua energia/bênção. Se você já estiver prestando um culto dentro de casa neste tempo, traga um pequeno vaso de água como auxílio para se abençoar serenamente durante o serviço, ou pelo grupo, a ser liberado por você mesmo tão breve quanto possível após o serviço, pelo ministro/líder do grupo ou outro voluntário em canais de água natural.

Para participar usando o método perdido de oração

Esteja em harmonia com todas as possibilidades (até a poluição) que perdem a eficácia aqui agora, sabendo que a escolha da pureza já está na existência e pode substituir a realidade atual a qualquer momento.

A realidade atual não é permanente.

Reconheça-a apenas como um drama a curto prazo com o qual estamos experienciando.
Pense em outra possibilidade mais pura e celestial, e durante pelo menos parte daquelas três horas específicas.

Imagine e SINTA como seria se eles estivessem aqui – as baleias e os golfinhos cantando com alegria.

A sua casa é um paraíso da vida sob as águas e preenchida com alimento abundante para todos.

A água está pura e límpida, as praias são adoráveis e belas porque vivemos em um mundo onde todos, em todo lugar, cuida amorosamente da terra e de suas águas.

Nós somos uma família humana que trabalha unida, lado a lado com Gaia.

Como é viver neste mundo?

Ofereça este sentimento ao universo.

Ao fazer isto, você já “colocou uma ordem” ou acessou uma entrada na qual o universo pode acender uma nova possibilidade.

Seja grato por esta possibilidade estar se tornando uma realidade. Então, ocupe-se com o seu dia.

Este é um evento de Cruzadas Interconfessionais iniciado pela Fundação da Graça Mundial, co-dirigido por Kipp Davis e Bárbara Adams, curadora espiritual, e anfitriã do Centro para o Movimento de Micro Ecologia e Agricultura.

Se o homem continuar a sujar os oceanos, e a abater as energias magníficas das baleias e golfinhos, estes irmãos maravilhosos vão abandonar esse papel e deixarão de existir como espécie. Vocês não têm idéia da energia luminosa que as baleias e os golfinhos põem em ação nos seus mares.

Os homens são sustentados por uma força cristalina magnética, e por uma fonte de luz que é emitida pelo centro do seu planeta. Os alinhamentos de rede, os pontos de poder e os buracos brancos que existem no seu planeta não existem apenas na terra seca, na verdade a maioria deles existe nas águas externas e internas. Os golfinhos principalmente, e em alguns casos as baleias, alinham suas energias com esses locais para ajudar a equilibrar a energia do seu planeta.

As baleias são as Guardiãs das Redes dos Oceanos, dos Registros Akashicos da Terra e dos registros do DNA, assim como os guardiões do nosso DNA. Os seus códigos de som é um aspecto importante da transformação da Terra e do DNA humano. São sobre-almas dos golfinhos... Os golfinhos como um todo são a alma da Terra sustentando toda a memória da Terra (gravação da caixa preta)... quando suas espécies de baleias tornarem-se extintas... o mesmo acontecerá aos golfinhos... SEU PLANETA TERRA e VOCÊS...

Metatron canalizada por Tyberonn, Raphiem por de Auraphim


Os Devas são “espíritos naturais” não pertencentes à linhagem humana e que nunca “encarnaram em corpos humanos”, pois isto foge às suas constituições e propósitos.
Entretanto, como vocês devem ter percebido, eles têm o poder (e assim o fazem) tanto de destruir o que não presta mais no planeta, como de construir, reconstruir, reparar tudo aquilo que o homem, em sua “insana inconsciência”, contamina e destrói!

Sabemos que irmãos intraterrenos e extraterrestres da Luz, juntamente com o Reino Dévico, trabalham juntos nesta fase de Transição Planetária. Quando nosso Planeta entrar em sua “Era de Ouro”, também a Ordem Dévica existente na Terra será mudada. De acordo com o Prof. Laércio, em seu Livro “Projeto Terra”, temos o seguinte:

“Novas espécies de plantas e animais estarão circulando pelo planeta no terceiro milênio.
Acontecerão mudanças profundas no código genético das plantas e dos animais, com a introdução de seres de outras linhagens que em muito colaborarão com o desenvolvimento de nossa civilização. Essas operações já estão ocorrendo, porém de forma oculta. Tudo já está sendo processado e a ordem já foi lançada. A roda dos eventos já foi posta em movimento”.

(pg.106).

“Como podemos notar, a ignorância sobre nossa história planetária é total e vivemos uma vida de trevas profundas com relação a esses fatos e assuntos. Nossa vida diária está centrada em valores muito distantes da nossa real natureza e assim caminhamos nas trevas do espírito. Quando todos acordarmos para essa realidade maior, será como despertar de um sonho profundo e longo. Quando pudermos ver que, em nossas encarnações anteriores, vivenciamos fatos e experiências surpreendentes e que em nossas entrevidas, no plano espiritual, sempre estivemos em contato com essas verdades maiores, estaremos acordando para a verdadeira consciência das coisas. Que essas palavras (...) possam auxiliá-los no despertar da consciência, e que o encontro com nossas almas e nossa realidade cósmica esteja mais perto do que nunca. Abrir nossos corações é a grande chave para o encontro com nossa inocência perdida”.
(pg. 107).



Tratando dos “cetáceos” mais especificamente, muitos de vocês, amigos leitores, devem saber que tanto as baleias, como os golfinhos são considerados “seres especiais” cosmicamente falando. São entidades advindas de Sírius (portanto crísticas) e pertencentes ao Reino Dévico, e que vieram para os nossos oceanos com fins específicos de harmonizar não só o contingente “água”, mas também os demais “elementos da natureza”, e com eles nós – os humanos! Por incrível que nos possa parecer, esses seres são os mais conscientes entre todos os seres vivos da Terra, já que eles não experimentam sentimentos de separação e isolamento da Mãe Terra e da Natureza, como nós humanos temos a tendência de fazê-lo. Estes cetáceos são considerados os verdadeiros “guardiões da Terra”, missão esta que deveria ter sido compartilhada com os humanos terrestres, mas que pela sua “consciência adormecida”, não só deixou a desejar no cumprimento desta missão, como também estão destruindo a si mesmos, bem como a Terra e a Natureza. Falaremos mais aprofundadamente sobre estes seres sirianos, quando estivermos tratando do enfoque de raças extraplanetárias que deram origem às nossas civilizações na Terra.



Quem não se embevece ao ver uma baleia e/ou golfinho fazendo seus saltos ornamentais em paisagens afrodisíacas (ou até artificiais) em nosso planeta?
Quem não se emociona ao ver o tratamento que esse animais dão aos seus filhotes? Quem não se espanta ao perceber o grau de inteligência e sensibilidade, demonstrado através de cenas incríveis, captadas por pesquisadores dedicados a estas espécies?

Um trabalho comprovado há anos, mostrou a importância da interação de golfinhos com crianças portadoras de síndrome de down e outras deficiências, para o desenvolvimento físico, intelectual e de adaptação social dessas crianças, onde as experiências denotavam um “amor incondicional” entre as partes, ou seja, tanto do lado das crianças, como do lado dos golfinhos, o carinho era manifesto! Algo que os céticos não conseguiram entender, mas que místicos como eu, se emocionaram, e agradeceram ao nosso Criador por essa interação de forças amorosas da Criação!

“Há séculos que os humanos têm uma relação muito especial com os golfinhos. A generosidade desses inteligentes mamíferos que vivem nas águas quentes dos oceanos é popularmente reconhecida. Hoje, eles estão recebendo uma atenção especial da medicina porque estão ajudando crianças que sofrem de males como a surdez, a síndrome de Down (deficiência mental congênita) e o autismo (desligamento da realidade exterior). O caso mais recente é o de um menino britânico de oito anos de idade, Nikki Brice, que nunca havia pronunciado uma palavra porque nasceu surdo. Semana passada, após três dias de uma terapia especial com golfinhos, começou a falar”.
Vejam esta matéria completa em:
http://holosgaia.blogspot.com/2008/02/golfinho-terapia-ajuda-misteriosa-dos.html

Entretanto, de modo geral (salvo raras exceções), a interação entre o Reino Dévico e o Humano fracassou, já que somente o primeiro fez jus aos seus propósitos! Querem um exemplo disso bastante recente? Então vamos lá...

Ao as fotos das Baleias sendo assassinadas na Dinamarca, e em meio a uma grande angústia que invadiu o mais profundo de meu ser, uma “intuição” muito forte se fez presente, como e esses animais se tivessem deixado matar... Temos, outrossim,informações precisas de que o “tempo” desses mamíferos se encontra em seus “últimos momentos”, já que cumpriram com êxito suas missões nesta era planetária. Aí, minha intuição levou-me a outro ponto:- de que através desta matança em massa, as Hierarquias (humanas e dévicas) estariam conhecendo, em meio aos envolvidos nesta atrocidade, “quem é quem” – com fins de “separação do joio e do trigo”. Pois, tudo está se acelerando de forma perceptível, e “dados” como estes, mesmo que parciais, precisam ser obtidos o mais rápido possível. Após estas conclusões que me chegaram via intuição, embora ainda triste, passei a aceitar melhor tais acontecimentos, já que foi a única explicação plausível que poderia justificar cenas tão desagradáveis e chocantes!

PAZ EM TODOS OS QUADRANTES!

Alto Paraíso, 04 de Agosto de 2008 - Hipátia III

Como os sirianos estão presentes na Terra nesta época


Os espíritos sirianos vem em muitas formas, principalmente como golfinhos e baleias (cetáceos), que são os seres sentientes mais completamente conscientes neste planeta. A razão para isto é que como cetáceos, os seres não experimentam uma dura separação e sentimentos de isolamento da Mãe Terra e da Natureza, como os humanos tendem a sentir. Os Cetáceos são verdadeiramente os guardiões da Terra. Os humanos teriam que compartilhar esta missão de cuidar da Terra e de toda a vida nela existente, mas a maioria dos humanos tem estado “adormecidos” há muito tempo e estão destruindo rapidamente a si mesmos, bem como a Terra e a Natureza. Os Sirianos, junto com muitos outros, estão aqui para nos ajudar a mudar isto.


Uma outra maneira pela qual os Sirianos aparecem na forma física na Terra é como “sementes estelares” humanas, aqueles que passaram a maior parte de suas vidas em um corpo Siriano, mas escolheram encarnar como um humano da Terra para um propósito específico, ou através de nascimento ou como entrantes. Há também os que vem como emissários, que escolheram passar a maior parte de suas vidas neste ciclo, como humanos terrestre, e a maioria deles estão ou estiveram no processo de serem “despertados” por seus guias de Sirius em outras dimensões. Estes guias estão trabalhando com os Corpos de Luz dos seres físicos, bem como com seus corpos físicos, mentais e emocionais, para prepara-los para vir para a consciência total.

Nossas relações com os Sirianos

Ele lhes permite ter visão estereoscópica: eles podem ver dentro de um objeto bem como do lado externo e do lado oposto em terceira dimensão. Também, os Sirianos, assim como os cetáceos, tem enormes capacidades telepáticas e psíquicas. A comunicação telepática é concentrada através do quarto chakra, o cardíaco, mais do que com o quinto e o sexto chakras. Isto faz com que a comunicação seja muito mais amorosa que apenas palavras ou pensamentos. Os Sirianos também ajudaram geneticamente a co-criar as formas golfinho/baleia, e esta é uma razão pela qual muitos espíritos Sirianos são tão atraídos aos que estão encarnados na Terra como Cetáceos. Eles amam tornarem-se alegremente suas co-criações.

Os Sirianos que estão em sua forma etérica ou em sua forma nativa estão agora trabalhando com muitos de nós, não somente na ativação e abertura de nossos cinco chakras interplanetários mais elevados e em partes do nosso cérebro que estiveram dormentes, mas eles estão também trabalhando na nossa estrutura genética. O DNA humano irá voltar, de sua atual estrutura em dupla-hélice à sua estrutura original de 12 hélices. Para aqueles que são adultos, o nosso DNA em nossos corpos não irá mudar muito. Mas para aqueles de nós que tem ou terão crianças pequenas em um futuro próximo, os Sirianos estão trabalhando com muitos de nós para mudar o DNA dos óvulos e espermatozóides. Isto então dará a certeza de que as crianças nascerão com o seu DNA totalmente de 12 hélices e na verdade já tem a estrutura em seus corpos físicos para que sejam totalmente conscientes. Portanto, essas crianças não terão que ser “retro-alimentadas” como nós adultos.


Os Sirianos são membros de uma grande federação galáctica e algum tempo antes a nossa assim chamada “história registrada”, A Terra costumava também ser parte da Federação. Existem histórias diferentes que diferem de fonte para fonte a respeito do que aconteceu e fez com que os humanos, ou partissem ou fossem deixados para fora da Federação, após uma espécie de desastre de manipulação genética. Mas agora, a Terra está entrando numa grande mudança e parece que todos querem estar aqui para ver o que acontece, alguns como participantes, como os Sirianos, e alguns como observadores. Após a Ascensão, a Terra novamente será um membro ativo da Federação Galática.

A Ascensão


Este processo de Ascensão pode e será manifestado de muitas maneiras diferentes, e depende de todos nos, coletivamente, decidir como e quando ocorrerá. Criar a Ascensão começa com cada um de nós, no interior. Os guias Sirianos que eu conheço, dizem que a coisa mais importante para fazer é irmos dentro de nossos corações e estarmos abertos para Amar Incondicionalmente.

Os Sirianos estão trabalhando conosco, primeiro como seres individuais e depois estão nos dando sugestões do que está acontecendo, enquanto encontramos outros e formamos juntos pequenos grupos que se interconectam uns aos outros, e então começamos a compartilhar nossas experiências. Mais tarde, isto levará a uma compreensão mais conscienciosa do que o propósito deles/nosso está na transformação do planeta Terra enquanto ele se encaminha para a Ascensão.

A Ascensão será como uma chave, abrindo e ancorando o Corpo de Luz com os corpos físico, emocional e mental, permitindo que eles se integrem e assim dêem a cada indivíduo acesso muito maior a dimensões mais elevadas e experimentem a Unicidade com outros. Imaginem isso! Nunca mais alguém sentirá solidão! Realmente não haverá “outro”, porque todos realizaram sua conexão com o todo. È claro, a ocorrência de todas estas coisas ainda seria a escolha de cada um. Eu sei que eu vou escolher.

Não sei o que ocorrerá realmente no futuro, mas eu visualizo uma grande mudança de paradigma e um re-nascimento para a Terra e seus companheiros simbióticos que vivem aqui fisicamente e em outras dimensões. Nós estamos todos aqui para experienciar esta fantástica jornada e há muitos de outros reinos, dimensões, universos e sistemas estelares que estão aqui para nos ajudar. Os Sirianos são alguns destes seres. Eles trabalham com alguns de nós na terceira dimensão de maneiras sutis que nós não podemos ver facilmente com nossos meros cinco sentidos, e em dimensões superiores de maneiras mais diretas, que ainda não podemos perceber a menos que tenhamos acessos a essas dimensões. Bom, geralmente não temos acesso no estado consciente. Então freqüentemente eles trabalham conosco em nossos sonhos, quando nossas consciências não estão sendo tão afetadas pelos filtros da nossa personalidade e nosso ego, que fazem com que nossos mundos pareçam com pequenas “caixas”, onde tudo tem que caber ou não é real.

Os Sirianos tem assoprado minha pequena “caixa” por um longo tempo e eles estão começando a ter sucesso, porque eu finalmente estou começando a ter contacto consciente, mas sutil, com eles. E eles não poderiam fazer nada disso sem a minha permissão, e eu sei que isto é verdade. Eles estão me ajudando para que eu possa “despertar” e tornar-me TOTALMENTE CONSCIENTE. Eles estão fazendo isto com muitas pessoas nesta época. Eu acredito que o trabalho real da minha vida é elevar minha consciência espiritual e ajudar outros que querem fazer o mesmo. Eu creio que é o que os Sirianos querem – que nós elevemos nossa consciência espiritual, coletivamente, de maneira que a Terra possa retornar à sua glória anterior, e re-unir-se à Federação Galáctica; Eu sinto que eu mesma ainda tenho algumas coisas para fazer para conseguir o meu objetivo.

Aqui está um pequeno poema que meu guia Siriano, Aruna, me deu recentemente e é a respeito de quem somos:

Você é um belo Navio
Conduzido nos Mares infinitos
Do Tempo, Espaço e Luz.
Você é esta grande Liberdade
Colhida numa teia de Limitação.
Mas olhe ao redor de você,
Ao quadro mais amplo
E você verá
Que essa teia é bem pequena
E você é tão Vasto!
Entretanto, concentrado
Em uma pequena embarcação.
Somos todos parte do Grande
Tudo-Que-É.
Vamos nos dar as mãos
E fazer a nossa jornada de volta para casa
JUNTOS.
Pegue minha mão,
Caro amigo
Com amor em nossos Corações
Nós encontramos a Luz.

Canal - Lori Tostado

http://www3.eu.spiritweb.org/Spirit/sirius-relationship.html

ENTREVISTA COM ILONA SELKE

De acordo com a mitologia grega, os golfinhos são os anjos do mar. Eles foram reverenciados como salvadores e como seres divinos e recentemente foram considerados como terapeutas para os seres humanos. As pessoas com dor conseguem alívio nadando com os golfinhos, quando nada mais ajuda. Crianças autistas, em contato com golfinhos, tornam-se cooperativas e interativas, quando antes havia somente uma barreira de silêncio.

Muitas pessoas chegam a chorar quando tem um primeiro contato com golfinhos e uma profunda saudade é despertada nos corações dos humanos.

O que move os humanos a esta enigmática resposta aos golfinhos? O que é que nos chama? Ilona Selke passou muito tempo nos últimos seis anos nas águas e no habitat natural dos golfinhos tentando descobrir seus segredos. Ilona nasceu no Himalaia e é telepata natural. Ela estava no meio de sua pesquisa a respeito de anomalias do tempo e do universo holográfico, quando começou a se interessar pelos golfinhos.

Ilona, o que inspirou você a escrever o seu livro “ Jornada ao Centro da Criação”?

Ilona Selke: Eu estava num show num parque marinho e uma orca (este é um tipo de golfinho, chamado erradamente de baleia assassina) estava sendo apresentada.

Ela fez alguns truques e eles a alimentavam como recompensa. De repente uma sensação tomou conta de mim. Uma grande onda de tristeza me invadiu e eu comecei a chorar. Eu soube nesse momento que esta grande orca era muito mais inteligente do que acreditávamos. Eu decidi nesse momento que ia me dedicar a estudar a inteligência dos golfinhos e decidi ir para a natureza junto com os golfinhos. Seguiram-se anos de experiências mágicas, treinamento com telepatia e a descoberta de quanto as imagens holográficas e o universo se entrelaçam. O universo funciona holograficamente e os golfinhos me ajudaram a ver o quanto isto se aplica à vida diária.

No seu livro você menciona que uma vez os golfinhos ajudaram a salvar sua vida.

Ilona Selke: Sim. Estava um dia muito bonito e eu e mais duas pessoas fomos a uma pequena ilha de Mauí, no Havaí, para procurar os golfinhos. Quando chegamos, as palmeiras balançavam ao sol e os golfinhos estavam na baía. Nós nadamos mar adentro para ir ao encontro deles. Nós nadamos com eles pelo que me pareceu mais ou menos uma hora. Perdida no tempo, de repente eu ouvi uma mensagem muito clara: “Volte para a praia agora! Você tem apenas energia suficiente para fazer o caminho de volta. Agora!” Imediatamente eu tirei minha cabeça para fora da água. As palmeiras estavam totalmente curvadas. Meus outros dois amigos também tiraram suas cabeças da água no mesmo momento, pois eles também tinham
ouvido a mesma mensagem: “Voltem agora”.

Na verdade nós havíamos estado por lá durante um longo tempo. Na metade do caminho de volta eu comecei a entrar em pânico. Ainda faltava uma longa distância e eu estava exausta. Começou a parecer que eu não estava conseguindo nadar contra a corrente. Comecei a ter câimbras na perna direita e a dor era tanta que eu mal podia usá-la. Eventualmente eu vi a areia e atingi a praia. Se as ondas fossem um pouco maiores ou se eu tivesse ficado por lá apenas alguns minutos mais, acho que não teria conseguido. O que é remarcável é que os golfinhos enviaram uma mensagem clara, que nós três ouvimos claramente ao mesmo tempo. Eles devem ter sido capazes de acessar meus limites físicos, calcular a distância e comunicar-se conosco.

Parece que os golfinhos são capazes de ver dentro de nós.

Ilona Selke: É verdade. Eles ficam muito curiosos com uma mulher grávida e usam seu sonar na barriga dela, às vezes bem antes de a mulher saber que está grávida. Eles dão atenção especial a mulheres grávidas. Num outro caso, um golfinho começou a bater com seu rostro (parte onde está a boca) no peito de um homem, sem razão aparente. O homem ficou com medo que isso tivesse fraturado alguma costela e foi fazer um raio-X. Foi encontrado um tumor no seu peito. Eles também parecem influenciar o humor na espécie humana e alterar nossa química. Há muitos relatos de pessoas se sentindo eufóricas na presença de golfinhos ou de pessoas mudando o caminho de suas vidas, reconectando-se com seu lado espiritual e se alinhando para propósitos mais profundos em suas vidas.

Uma amiga minha tinha cistos de ovários. Ela decidiu-se a passar dois meses nadando todos os dias com os golfinhos na natureza. Durante este período eles freqüentemente usavam nela o seu sonar. Um dia, aproximadamente vinte golfinhos se reuniram em baixo dela, na água, e apontaram seus rostros em direção a ela. Todos eles pareciam apontar para seu estômago, e ela sentiu como se houvesse uma super-carga de energia. Após 2 meses com os golfinhos, seus cistos desapareceram.

Vamos voltar à comunicação dos golfinhos com você. Como você os ouve?

Ilona Selke: Eles enviam pensamentos, que para mim soam como se fossem meus próprios pensamentos, mas eles tem uma energia mais poderosa. É como uma voz diferente. Às vezes é o conhecimento de um instante, uma imagem, um pequeno pensamento.

Todos podem ouvir mensagens telepáticas?

Ilona Selke: Bom, em teoria, sim. Todos podem se eles quiserem praticar muito. Em meu livro “Jornada ao Centro da Criação", eu explico muitas maneiras pelas quais pode-se aprofundar a própria intuição. Se uma pessoa já está considerando a possibilidade, ela já está com meio caminho andado. O resto é aprender a focalizar, a diferenciar seus próprios pensamentos, e tendo confiança nas imagens internas que vem para todos nós, o tempo todo. Uma grande ajuda é ser muito honesto consigo mesmo e melhor ainda, sendo honesto com todos. Se tivermos que nos esconder atrás do nosso próprio véu de mentiras, é muito mais difícil sabermos quais pensamentos são nossos e quais vem de outra fonte. Nossa voz interna pode ser muito mais clara quando não temos que carregar as teias de pequenas ou grandes mentiras.

Como você sabe que os golfinhos podem nos ouvir?

Ilona Selke: Eu fiz muitas experiências. Uma vez eu estava num barco para ver um grupo de golfinhos que eu conhecia por nome. Havia 6 pessoas esperando para ver alguns golfinhos, que vinham rodear cada vez que alguém entrava na água. Esperar sempre traz antecipação. De repente, vimos uma nadadeira dorsal. Era o golfinho que chamávamos de Sweetheart. Ele tinha vindo para saudar o barco que ele conhecia tão bem. Mas só havia um golfinho! E nós gostaríamos de nadar com alguns deles; Mentalmente eu pedi a Sweetheart para trazer o resto de sua família. Ele respondeu "OK, eu estarei de volta com os outros em 15 minutos." Quando ele foi embora todos suspiraram com tristeza. Mesmo a chance de nadar com um único golfinho parecia ter acabado. Quinze minutos mais tarde todo o grupo apareceu. Cada um deles saltava com alegria e nós tivemos um grande dia.

Como a sua comunicação com os golfinhos se liga aos trabalhos do universo holográfico?

Ilona Selke: Os golfinhos verificaram para mim a exatidão das imagens internas e da telepatia. Mais tarde eu aprendi que as imagens que eu tenho na minha mente são a melhor maneira de me comunicar com os golfinhos e criar a finalidade desejada. Se eu visse os golfinhos a vinte quilômetros de distância, querendo que eles viessem e se conectassem comigo, eu mantinha uma distância deles como uma cenoura na minha frente. Você necessita ver o resultado final do que você quer, e sentir ao redor e dentro de você que isso é certo. Isto é verdade para todas as experiências de vida.

Cada pessoa pode acessar qualquer dimensão através de sua própria intuição, e nosso mundo é muito mais flexível, miraculoso e anômalo do que admitimos. Os golfinhos me enviaram imagens e pediram que eu refizesse as imagens de certas situações de sua sobrevivência. Eu fiz o que eles pediram e ocorreram mudanças. Basicamente, nós precisamos reconhecer que tudo que existe o faz holograficamente. Através da nossa imaginação estamos ligados a tudo no universo. Se eu posso ver e sentir a mudança na minha mente interior, isso também pode acontecer na matriz física.

Como as pessoas podem realmente preencher suas vidas com algumas destas coisas?

Ilona Selke: Usando qualquer tipo de exercício de imagem, mesmo falando mentalmente com seu cão, é uma maneira de afiar a mente intuitiva. Nossa intuição fala conosco através da nossa imaginação e sentimentos. A chave é praticar estas capacidades diariamente. É o caminho da dedicação contínua para contrabalançar a força da entropia, a força que nos faz ficar cansados e diminuir o ritmo. A consciência é uma força sintrópica, a força de elevação, a força que dá forma à energia, aquela que instila a mudança no nosso desenvolvimento humano. O propósito final de incorporar as dimensões sutís em sua vida é o de alinhar-se cada vez mais com a fonte de toda a criação. A voz interior o guiará automaticamente para mundos mais luminosos e mais sutís, aumentando a proximidade com a fonte.

Os golfinhos tem algo a dizer sobre o atual estado de coisas dos humanos?

Ilona Selke: Sim! "Parem de jogar lixo e bombas no oceano." Uma vez eles me enviaram uma imagem para ajudar os golfinhos por causa do perigo que os estava ameaçando por causa de uma detonação subaquática. Era sobre o teste nuclear submarino que a França finalizou desde então. Eu nem sabia qualquer coisa a respeito disso quando recebi a imagem. Demorou dois meses para que eu soubesse o significado daquela imagem.

Qual o papel dos golfinhos na escala universal da evolução?

Ilona Selke: Depende na verdade de como você define esta hierarquia de crescimento. Os golfinhos já foram mamíferos terrestres e tiveram cinco dedos. Então eles tinham a possibilidade de manipular a matéria como os humanos. A mente humana evoluiu de uma maneira mais racional por causa de sua capacidade de formar, criar e construir. Por sua vez, os golfinhos voltaram ao mar; os cinco dedo reverteram e se transformaram em nadadeiras. O cérebro destes mamíferos, que já eram desenvolvidos, foi então usado para se desenvolver em áreas que nós consideramos invisíveis. Começando com o sonar e subindo na escala de freqüências, os golfinhos parecem ter aprendido habilidades que venceriam nossa mente humana.


Minha experiência é que eles evoluíram seus corpos sutIs em um grau muito mais avançado que os humanos, que eles podem viajar além dos confinamentos de tempo e espaço e serem conscientes disso. Roberta Goodman, uma co-pesquisadora do Dr. John Lilly, fez uma experiência de telepatia com os golfinhos e descobriu que eles podem ler as mentes humanas a milhas de distância e responder a imagens com detalhes claros. Para mim, em muitas maneiras, os golfinhos são mais evoluídos que os seres humanos, e parece que eles querem ajudar na evolução de qualquer humano que esteja querendo ouvir.

O cérebro do golfinho do Atlântico "nariz de garrafa" pesa 1600 gramas, em média 200 gramas a mais que o cérebro humano. Eles tem mais circunvoluções na massa cinzenta que os humanos, que tem sido considerado um sinal de inteligência superior. Os golfinhos não seguiram a rota do poder externalizado, da tecnologia, no seu sentido mais remoto. Eles escolheram o caminho para dentro. Isto somente deve tê-los colocado no caminho da supra-consciência. Pensem nas baleias, que tem tido comunicações ao redor do mundo por milhares de anos. Os humanos só começaram a fazer isso agora. E nós dependemos somente de forças externas.
Quais são os segredos dos golfinhos? Qual o efeito que os golfinhos tem sobre as nossas almas?

Ilona Selke: Os golfinhos estão muito vivos nas dimensões sutís. Quanto mais elevada a nossa vibração, mais amor nós sentimos, mais alegria nós sentimos. Quanto mais pudermos encontrar a semente de luz na escuridão aparente, mais poderemos viver nos mundos "mais iluminados". Os golfinhos podem fazer isto e eles podem conectar-se conosco intencionalmente, mesmo que não possamos perceber. Muito parecido com o que os anjos fazem. Eles podem ver o mundo de maneira que os humanos que ainda usam os cinco sentidos não podem. entretanto, podemos sentir os golfinhos sentir seu amor dentro e fora da água. Muitas pessoas tem experiências impressionantes com golfinhos, mesmo em sonhos ou em sua imaginação. Os golfinhos podem estar conosco nessas dimensões sutís e gentilmente nos chamar para cumprirmos nosso propósito mais elevado, o de despertar para a Luz Interna. E alguma parte de nós escuta os chamados e responde.

Ilona Selke

Entrevista por Richard Daab - http://www.magicalblend.com




Os golfinhos e as baleias iniciaram esta amizade mais recente com a humanidade há trinta anos atrás, com encontros que aumentaram em número e intensidade, nos últimos dez anos. Na verdade, foi há dez anos que os golfinhos fizeram amizade comigo e estabeleceram uma forte conexão entre nós. À medida que nosso relacionamento progrediu, eu percebi que eles tinham uma história para contar, que eu como professora e escritora estava qualificada para transmitir para os humanos, para o seu bem. Mas para dizer isto, eu terei que ir além dos limites do protocolo científico, que observa e relata apenas o que pode ser percebido e medido pelos cinco sentidos.

De acordo com os cientistas progressistas, tais como o biofísico Dr. Candace Pert e outros de seus colegas líderes, este uso mecanicista tradicional na ciência, não somente impede o estudo de coisas não materiais, mas bloqueia todo o reconhecimento e exploração de algumas das mais interessantes e elevadas "não-coisas", como emoção, mente, alma, espírito, intuição e telepatia - todas qualidades envolvidas no estudo de tais seres expandidos, como golfinhos e baleias. Como resultado desta direção estreita em ciência, as áreas mais importantes para se entender, se queremos viver nossas vidas com significado, tem ficado essencialmente inexploradas em nossa cultura. Mesmo com esta barreira para explorar nosso mundo invisível, sempre que um novo livro abre um novo canal para expandir nossa percepção num esforço para alcançar algo mais elevado, ele invariavelmente fica na lista dos mais vendidos. Então, apesar do desinteresse da comunidade científica, de conversações com esses seres elevados, milhões de pessoas querem sintonizar e ouvir. Entretanto, para conseguir esses objetivos em grande profundidade, devemos parar de nos preocupar com o ridículo da ciência tradicional e ficar mais confortáveis com uma base mais ampla de exploração e estudo. Enquanto pedimos isto, é importante lembrar que os nossos cientistas mais estimados, que fizeram as maiores contribuições para o nosso conhecimento, são aqueles que romperam as estreitas barreiras sa ciência mecânica para fazerem suas descobertas.

Em vista deste argumento para estudar os golfinhos de uma perspectiva mais ampla, parecia que a minha preparação era boa para contar sua longa história. Eu estudei ciências sociais com um ano de estudos de culturas cruzadas no exterior e tenho dois diplomas em educação e em serviço social. Meus estudos incluíram cursos em método científico, seguidos de um emprego na Universidade da Califórnia, num projeto que foi conduzido na Universidade do Havaí. Mas embora eu fosse familiar com o protocolo científico, os caminhos subseqüentes da minha pesquisa me libertaram dos limites da ciência mecanicista. Conseqüentemente, eu não era obrigada pela minha profissão a seguir suas regras e estava livre, como profissional liberal, para explorar outras alternativas para a vida e cura que me permitiram servir melhor meus clientes.

Além da minha carreira como conselheira, eu criei dois filhos, escrevi um livro, tenho um esquema ativo de palestrante profissional e sou colunista do jornal local. Também estudei metafísica e física quântica, que eu incorporei à minha prática de aconselhamento e à minha vida. Além disso, ajudou o fato de eu ser uma excelente nadadora, ter sido surfista, salva-vidas e instrutora de natação, e de eu ter acesso regular a uma das baías mais bonitas do mundo, freqüentada por golfinhos. Mas o que mais me qualificou para ouvir o que os golfinhos tem para compartilhar são as capacidades que eu adquiri como uma ouvinte sensitiva durante os trinta anos de sintonização dos corações dos meus clientes.

Desde então fui abençoada com mais de duas mil horas na água e mais de quinhentas horas em barcos, tendo alegres encontros com golfinhos e baleias no Havaí, Austrália, Tonga, México, Bahamas, Ilha Bimini, República Dominicana, Caribe e Flórida. Eu também pude ir a três conferencias nacionais e internacionais sobre os cetáceos, no Havaí e na Austrália.



Prestando muita atenção aos golfinhos e às baleias, mantendo um diário de minhas observações e intuições, e comparando essas notas com as observações de outros bem como com a pesquisa já feita, eu acabei aprendendo lições e tendo intuições fascinantes.
Agora, no livro "Escutando os golfinhos na Natureza", eu ofereço aos golfinhos uma plataforma
para que sejam ouvidos num nível mais profundo e possam compartilhar sua sabedoria com a humanidade, sobre como podemos viver como nosso eu superior no mundo de nossos sonhos. E assim eu os convido para apreciar sua história enquanto você relaxa e ouve os golfinhos.

Bobbie Sandoz
NADANDO PARA AS ESTRELAS


Saudações, meus queridos. Esta energia é um aspecto feminino Siriano que vocês chamam golfinho. Vocês podem se referir ao ser que está falando como “Maya”. Entendemos que em sua linearidade temos um tempo curto. Então eu darei uma breve mensagem.


Nós sustentamos a energia Siriana em seu mundo, como temos feito por milênios, nos mares e nos oceanos do mundo de vocês. Saibam que vocês não são inteiramente responsáveis pela transformação em seu mundo. Nós os assistimos ajudando a sustentar a grade de consciência de massa para a transformação.
Entendam que em população, em números, existem muitos de nós. Nós somos em número maior que vocês e trabalhamos com vocês sustentando o aspecto feminino da rede de consciência de massa enquanto que vocês sustentam o aspecto masculino dessa rede.
Trabalhamos juntos, em concerto, através do que vocês chamam sonhos. Nós nunca nos separamos de vocês.

Foi criada a ilusão de que nós somos peixes e que fazemos bons truques para vocês. Saltamos através de seus arcos com um sorriso em nossas faces e alegria nos nossos corações. Vamos dormir à noite dando pancadinhas nas nossas costas porque treinamos vocês a nos alimentar com peixes. Obrigada pelos peixes.

Agora a nossa comunicação deve se aproximar de um novo nível. Vocês freqüentemente brincam em seu mundo que homens e mulheres vieram de diferentes planetas (vocês parecem alienígenas uns para os outros). Bem, nós, golfinhos, representamos sua espécie humana alienígena aqui na Terra. Nós somos alienígenas neste sentido. Se vocês escolherem praticar comunicação conosco e com outros irmãos e irmãs cetáceos, esteja preparado para encontrar-se face a face com outros irmãos alienígenas das estrelas. Nós, como alienígenas que é como parecemos para vocês, somos menos alienígenas que seus irmãos estelares.

Agora os seus irmãos estelares comunicam-se através do que vocês chamaram “canalização”. Suas comunicações são humanizadas para que vocês possam entende-las. Mas, as comunicações de seus irmãos estelares são de uma paradigma alienígena – um mais alienígena que o paradigma alienígena. Nós estamos agora aceitando o papel de seus treinadores. Ha,ha,ha.

Que tipo de peixe vocês gostam?

Nós agora os ensinaremos como se comunicar com outras espécies alienígenas. Nós somos seu portal para as estrelas, através do seu oceano. Porque somos uma porta para aquilo que vocês chamam “a energia de Sirius”, nós também sustentamos muito de sua (e nossa) memória galáctica compartilhada.

Assim, em comunicação e prática conosco, vocês não apenas tocam a si mesmos no mar, mas também a vocês mesmos nas estrelas. Nós somos a passagem para vocês. Nós nos oferecemos como amigos para compartilhar na nova era em nosso mundo.


Existe um entendimento universal com relação à época em que uma espécie alienígena vem
pela primeira vez a um planeta para se comunicar. A espécie alienígena deve primeiro se comunicar com os anciãos daquele mundo. Assim fazendo, eles ganham permissão para um contato aberto com todo o planeta, incluindo aqueles que estão “adormecidos”.

Os cetáceos (golfinhos, baleias) representam nossos anciãos planetários. Nós estamos aqui há mais tempo. Nós temos, em seu benefício, aceitado um programa de contato. Ele já começou. Nós, por agora, somos ligações entre vocês e as estrelas. Mas logo vocês não nos necessitaram para esta habilidade.

Nós representamos o coração planetário. Nós juntamos corações com vocês, sempre. Se você deseja participação no portal do coração, que conduz a Tudo, que conduz ao contato (não somente com entidades externas mas também com vocês mesmos), vá através do seu coração. Você nos encontrará lá... com montes de peixes. E você encontrará a si mesmo.

Estamos honrados por termos sido convidados nesta noite por todos vocês. Parem um momento e fechem seus olhos. Vejam minha forma, que representa a forma de todos os golfinhos. Sinta a rede de consciência que nós sustentamos. Sintam a si mesmos conectados com esta rede através do coração.
Sintam, por um momento, nosso profundo, profundo amor. Nós também somos habitantes da Terra.


Nadem conosco em seus sonhos nesta noite
Nadem conosco para as estrelas
Nadem conosco de volta para vocês mesmos
Nadem conosco de volta para o Todo.
Nosso amor para vocês. Boa noite.

Maya (um golfinho) - Canal: Lissa Royal Holt

Anéis de Prata dos Golfinhos:

O filme mostra alguns golfinhos brincando com anéis de ar prateados, os quais eles próprios têm a habilidade de fazer debaixo d'água. Não se sabe como eles aprenderam, ou se é uma capacidade inata.

Como por magia o golfinho faz um meneio rápido com a cabeça e aparece um anel prateado bem à frente do bico. É como se fosse uma bolha de ar que não sobe à superfície! Permanece embaixo d'água como uma porta mágica para uma dimensão invisível.

Uma das explicações para o fenômeno diz que invisíveis vórtices giratórios são gerados das costas do golfinho quando ele se move rapidamente e se volta. Quando os golfinhos partem a linha, as pontas são atraídas para um anel fechado. O fluido de alta velocidade à volta do centro do vortex está a uma pressão mais baixa do que o fluido que circula mais longe.

É injetado ar nos anéis pelas bolhas libertadas pelo orifício por onde o golfinho expele o ar. A energia do vortex de água é suficiente para evitar que as bolhas subam, durante os segundos que duram as brincadeiras.

Quando o anel se desfaz, as bolhas soltas sobem à superfície...



GRATIDÃO AO ELEMENTO ÁGUA,

AOS GOLFINHOS E ÀS BALEIAS.


Amados,
Que possais todos, nestes momentos, concentrardes-vos na gratidão, na gratidão ao elemento água do vosso Planeta. Que possais enviar as mais puras intenções de amor, gratidão e respeito a todas as partículas de água da Mãe Terra.

Mares, oceanos, rios, lagos, nascentes – que todo o elemento água possa receber estas bênçãos, para que a cura das águas se faça no corpo de Gaia e em vossos corpos.

Que possais curar as águas de vossos corpos físico, mental e emocional, tornando assim possível a limpeza, a purificação necessária para que deixeis sair, limpar todas as impurezas, toda a toxidade, todas as mágoas e dores.

Nesta cura tudo se transforma em novos tecidos, ossos, sistemas de órgãos para que as células se renovem, promovendo a saúde, a longevidade, o rejuvenescimento, a harmonia e equilíbrio perfeito de vossos corpos.

Curando vosso corpo emocional, que é pura água fluida, estareis abrindo espaço para que a alegria, o riso espontâneo, o equilíbrio, a harmonia e o amor reinem absolutos, tornando assim as vossas emoções mais saudáveis e amorosas.

E assim, neste fluxo contínuo de cura de vossos corpos e da Mãe Terra, tudo vai se transformando rapidamente, atingindo a todos e curando as águas benfazejas, as águas que saciam, que regam plantações para vos proporcionar bons alimentos e frutos.

FRUTOS, amados, também é assim chamado o resultado de vossas orações, pensamentos, sentimentos e ações. E se plantardes o bom, regardes, cuidardes e agirdes, colhereis os doces sabores, os saudáveis alimentos para o corpo e para a alma.

Que vossa colheita seja farta e abundante. Sabeis que tudo isto só depende de vós mesmos, pois em vós jaz latente a semente divina do Criador, o fruto perfeito, a semente perfeita e amorosa. Deixai-a expandir-se dentro de vossos corações, sentindo a presença do Pai/Mãe pulsando, para que possais reconhecer que sois sagrados, os filhos do Grande Criador.

Na criação da Mãe Terra, Deus colocou as sementes de todas as diversidades de matéria e elementos para que, ao longo das eras, do tempo, todas elas, no seu tempo certo, desabrochassem, para cumprirem os propósitos divinos. Sementes em todos os reinos da natureza formando assim todo o corpo de Gaia.



E nas águas colocou as sementes do alimento, do amor, através das baleias e golfinhos, que vos despertam tanta atenção. Pois sim, amados, eles estão aqui nas águas de Gaia por seus próprios propósitos. São anjos também e sofreram e continuam sofrendo por matanças descabíveis, pela ganância dos homens e, assim, muitas espécies se tornam ameaçadas.

Que possais sentir, através dos sons que eles emitem, o som dos anjos, dos reinos superiores de luz e de muito amor que eles querem compartilhar com todos vós. Abençoai-os e que possais agradecer a eles que fazem um lindo trabalho de harmonização e amor em vosso planeta.

Entrai nesta sintonia por alguns momentos de vossos dias através de sons gravados, já que não tendes a facilidade de poder estar com eles nos oceanos.

Fazei o vínculo, entrai na sintonia e percebereis uma grande mudança em vosso corpo emocional.

Deixai fluir o amor, a alegria, a harmonia destes sons da natureza da vida nos oceanos que muito vos beneficiarão, ancorando em vós a paz, o amor, a harmonia tão necessários para o vosso bem estar.

Devereis também vos sentir enraizados em Gaia e pedir que ela permita que a seiva verde que corre no reino vegetal, nas plantas medicinais, nas árvores, possa correr através de vossa corrente sanguínea, alimentando-vos. E através da raiz da planta de vossos pés, também recebereis a energia e os elementos dos minerais que também necessitais para várias funções fisiológicas, para que tenhais de todos os elementos da Terra a quantia necessária em vossos corpos. E assim percebereis a revitalização, a cura de todas as células, moléculas e átomos que formam vossos corpos.

Celebrai, amados, o dia do amor dispensado ao elemento água, não vos esquecendo de todos os outros tão importantes e essenciais como a água: a terra, o fogo, o ar, o éter. Agradecei e abençoai a todos eles, e que possais praticar ações que auxiliem a curar, despoluir e proteger as espécies de vosso planeta.

Que estejais cientes de vossos papéis de professores, de trabalhadores da luz e de espelhos, exemplos vivos para que vossas ações possam servir de exemplos, orientação, educação para todos.
E assim é.

Eu Sou Kryon do Serviço Magnético

canalizada por Malu Rossi - 25/7/08

Golfinhos em missão militar

fonte:
Portugal Diário -
14 de Fevereiro de 2007

Mamíferos marinhos treinados para detectar intrusos em base naval

A segurança precisa de ser reforçada na base naval de Kitsap-Bangor, em Washington, porto para vários submarinos, barcos e laboratórios e que pode ser alvo de ataque para nadadores terroristas e mergulhadores, afirmou fonte da marinha americana. A notícia foi avançada pela CNN.

O plano da marinha seria enviar cerca de 30 leões marinhos da Califórnia e golfinhos-nariz-garrafa do atlântico, que fazem parte do plano náutico para mamíferos, para vigiar a zona.

«Estes animais possuem capacidades para fazer o que precisa ser feito neste tipo de missão», assegura Tom Lapuzza, porta-voz do plano náutico para mamíferos.
«Devido às óptimas habilidades sonoras que possuem, os golfinhos são muito eficientes a patrulhar por mergulhadores e nadadores. Quando detectam uma pessoa na água largam uma bóia como forma de aviso à equipa da marinha, a informar o local exacto onde esta poderá encontrar um mergulhador suspeito», explicou o responsável.

Os golfinhos também são treinados para detectar minas submarinas, como já o fizeram na base iraquiana de Umm Qasr, em 2003. A última vez que estes animais foram usados operacionalmente foi em San Diego, em 1996, quando vigiaram a baía local durante uma convenção Repúblicana. Ativistas estão contra.

A marinha americana já quis enviar golfinhos para o norte do país, em 1989, confirmou o porta-voz do plano náutico para mamíferos, mas um juiz e vários activistas dos direitos dos animais ficaram preocupados acerca dos efeitos que as águas geladas iriam surtir nos animais.

Se forem enviados para Washington, os golfinhos serão colocados em recintos apertados e irão vigiar a costa apenas por períodos de duas horas.

Uma biológa marinha, e porta-voz de uma associação que defende tratamentos éticos para os animais, Stephanie Boyles, afirmou que os mamíferos marinhos não garantem um sistema de defesa seguro e que não podem ser mantidos em cercas fechadas.

«Os americanos merecem a melhor defesa possível e este não é o melhor método», rematou a bióloga ao acrescentar que «os golfinhos se distraem facilmente em mar aberto e não percebem as consequências do que pode suceder se não levarem a missão adiante», assegurou.

A marinha americana tem estado a treinar mamíferos marinhos desde os anos 60 e detém atualmente cerca de 100 golfinhos e leões marinhos. A maior parte destes animais encontra-se em San Diego mas cerca de 20 estão deportados na base naval submarina de Kings Bay, na Georgia.

ARMAS -
Golfinhos mercenários
http://epoca.globo.com/edic/20000313/peri.htm


O Irã acaba de comprar da Rússia um lote de 27 animais marinhos. A maioria é de golfinhos, mas também há belugas, morsas e leões-marinhos. Não são propriamente bichos de jardim zoológico. Pelo menos quatro dos golfinhos foram treinados para atacar mergulhadores e se lançar com bombas contra navios e submarinos, em missões suicidas. "O governo não dava mais dinheiro para alimentá-los nem para comprar remédios. Eu não agüentava mais ver os bichos passando fome", explicou Boris Zhurid, um oficial reformado da Marinha e treinador dos animais desde os tempos da União Soviética. Os golfinhos teriam a capacidade de distinguir as embarcações russas das inimigas. Segundo Zhurid, o Irã construiu um aquário para abrigar os bichos e tem interesse em prosseguir com as pesquisas militares.

Massacre de Golfinhos no Japão



27 / 05 / 2008 nas Ilhas Faroé, Dinamarca, acontece anualmente espetáculo de barbárie contra baleias

Mônica Pinto / AmbienteBrasil




Vem circulando pela internet um e-mail que mostra fotos (estas anexadas) de um banho de sangue de baleias, nas Ilhas Feroe. Para quem nunca ouviu falar – e isso não seria incomum -, salva-nos a Wikipédia: “As ilhas Feroe ou “ilhas das Ovelhas” são um território autônomo da Dinamarca, parte da Europa, localizado no Atlântico Norte entre a Escócia e a Islândia. O arquipélago é formado por 18 ilhas maiores e outras menores desabitadas que acolhem, ao todo, 47 mil pessoas em uma área de 1.499 km². Na ilha maior - Streymoy - está localizada a
capital, Tórshavn.”

Nesse local, como se vê, ligado à próspera e desenvolvida Dinamarca, é realizado um evento todos os anos que inclui encurralar centenas de baleias à beira d´água, para depois ter o prazer de exterminá-las a golpes de facas. Crianças costumam ser dispensadas das escolas nesse dia, para acompanhar o “divertimento”, que funciona como uma espécie de ritual de passagem dos rapazes à idade adulta.


Já circula uma petição na internet pedindo providências para acabar com tal barbárie. “Essa caça esportiva é uma prática que foi abandonada em todo o mundo há muitas décadas, e agora é considerada ilegal em muitos outros países europeus”, diz o texto da petição.


“Os habitantes das Ilhas Feroe não têm necessidade da carne de baleia para a subsistência, e muito da carne é deixada para apodrecer e é jogada fora. Ela não pode ser exportada, pois está poluída com metais pesados e outras toxinas e, assim, não atende os padrões de saúde da União Européia para alimento para consumo por humanos”, prossegue.


Em julho de 2000, a organização Sea Shepherd, que dedica-se à proteger as formas de vida marinhas, velejou até as Ilhas Feroe para intervir na matança anual de baleias pilotos. Conseguiu que o massacre fosse levado às primeiras páginas da mídia européia e, melhor que isso, passou a fazer pressão econômica sobre as companhias que ainda compravam alimentos do mar com origem nas Feroe, o que representa 90% da economia local, com predominância das compras feitas pelo gigante holandês Unilever.

“Acima de 20 mil pontos de venda a varejo europeus cancelaram os seus contratos de pesca a pedido da Sea Shepherd”, informa o portal da entidade.

A luta está, porém, longe de um final feliz. “Na Noruega isso acontece também; é um problema cultural”, disse a AmbienteBrasil Cristiano Pacheco, coordenador jurídico da Sea Shepherd no Brasil. “É um espetáculo de horrores, eles abrem o pescoço dos animais de fora a fora e os deixam agonizando na beira da praia, onde as pessoas ficam aplaudindo”, completa o advogado, para quem é “inacreditável” que aconteça algo assim no mundo em pleno Século XXI.




















Operação Musashi - A totalmente possível Missão Impossível

Podem alguns poucos voluntários derrubar a maior frota baleeira do mundo?
A resposta é sim. Nόs temos a poderosa frota de baleeiros japoneses nas cordas do ringue e tudo o que precisamos fazer é nocauteá-los.


Os baleeiros piratas japoneses estão seriamente feridos. Possuem um débito de mais de 50 milhões de dólares e conseguimos evitar que atingissem a cota de matança por três anos seguidos.


Em nossa primeira campanha, em 2005/2006, perseguimos a frota por 3.500 milhas a oeste da costa Antártida.


Embora debilitados pela lentidão do navio, nós os confrontamos três vezes e os mantivemos em fuga. Nós abalroamos o navio de suprimentos forçando-os a retornar ao Japão e, ao final da temporada, voltaram com 83 baleias a menos que a cota. Nós reduzimos o número de baleias mortas em 10%.


Sabíamos que precisaríamos de um navio mais rápido se pretendêssemos retornar em 2006/2007. Também tínhamos problemas, uma vez que o Farley Mowat ficou retido na África do Sul em razão da pressão dos Governos Japoneses e Canadenses.

Começou, assim, a impossível missão da Operação Leviathan. Enquanto eu procurava por um navio mais rápido, Capitão Alex Cornelissen definiu uma estratégia para retirar o Farley Mowat do porto de Cape Town, partindo dissimuladamente às 3:00 horas da manhã, seguindo um cargueiro na escuridão, com todas as luzes apagadas. Eles obtiveram sucesso em despistar a marinha sul-africana escapando para o Oceano Índico.

Seguiram-se à desafiadora fuga do Farley Mowat as condições meteorológicas extremamente severas, até alcançarem o amistoso porto de Freemantle, na Austrália, onde o navio e a tripulação foram recebidos como heróis e presenteados pelo Major Peter Tagliaferri com a honra de ter o Freemantle como nosso porto honorário.


Enquanto isso, eu inspecionara um navio em Malta, mas era muito caro para adquiri-lo. Em junho, eu achei um segundo navio em Trinidad e depois de passar dois meses trabalhando para comprá-lo, fomos forçados a desistir da aquisição devido a ilegalidades com proprietário do navio.


Com a rápida aproximação da próxima campanha de caça às baleias, nós finalmente encontramos o navio perfeito em Edinburgh, Escócia em outubro. Era o Westra, navio aposentado da patrulha pesqueira. Nós o compramos na primeira semana de novembro, com um empréstimo bancário graças ao apoio leal e generoso de um de nossos apoiadores. Pelo meio de novembro o navio ficou em manutenção e em 5 de dezembro o Westra, agora rebatizado de Robert Hunter, desceu rumo ao sul, por todo o Oceano Atlântico através do estreito de Magalhães, alcançando o Mar Ross em 19 de janeiro de 2007.

Eu tirei o Farley Mowat de Melbourn e encontrei o Robert Hunter no Mar Ross, onde nossa tripulação construiu um heliporto no Robert Hunter em apenas dois dias.

Não foi fácil. O governo japonês tinha pressionado o governo canadense para retirar nossa bandeira. Nós registramos novamente em Belize porém, em 9 dias, a bandeira de Belize foi retirada, mas não antes de estarmos preparados para partir da Tasmânia rumo ao sul, em direção à costa da Antártida. Nós adentramos o Santuário das Baleias como um navio pirata, em qualquer registro.

Juntos, os dois navios caçaram e alcançaram a frota japonesa duas vezes. Então, um acidente ocorreu no navio-fábrica japonês Nisshin Maru, um incêndio que matou um membro da tripulação e inutilizou o navio. A frota baleeira japonesa foi forçada a retornar ao Japão com menos da metade de sua cota de caça. Mais de 500 baleias foram poupadas. O governo japonês estava furioso e forçou os britânicos a retirarem a Red Duster do Robert Hunter, deixando-nos sem bandeira.


Rapidamente, nós registramos nossos dois navios com a bandeira holandesa, uma nação não vulnerável à ditadura japonesa ou qualquer outra nação baleeira pirata.

Em junho de 2007, eu encorajei o capitão Cornelissem a levar o Farley Mowat para Galápagos e então para a Islândia, para a Operação Ragnarok, a campanha para intervir nas ações baleeiras ilegais do país.

O Robert Hunter permaneceu em Melbourne preparando-se para o retorno ao Santuário das Baleias em dezembro.


Mais uma vez, iniciamos o trabalho hercúleo para arrecadar fundos para a próxima campanha.


Ao mesmo tempo que o Farley Mowat alcançou Galápagos, a Islândia decidiu cancelar suas ações de caça às baleias e o Farley Mowat voltou sua atenção à confiscar linhas de pesca ilegais, intervindo contra caçadores ilegais de tubarões e cessando os planos de uma companhia chamada Planktos em despejar limalha de ferro no oceano fora de Galápagos.

Naquele verão, nós investigamos e apreendemos 45 mil barbatanas de tubarão e mais de 100 mil pepinos do mar dos caçadores ilegais e contrabandistas no Equador. Eu fui recompensado pelo presidente do Equador com o Prêmio Amazon Peace e um contrato pela minha morte e a do diretor da Sea Shepherd Galápagos, Sean O’Hearn, foi oferecido pela máfia das barbatanas de tubarão de Manta, Equador. Sean viu-se forçado a demitir-se, com apoio de sua esposa e um agente da polícia que nos apóia enviou-me um colete à prova de balas.


No final do ano, a Planktos cessou suas atividades. O capitão Alex Cornelissem aceitou a posição de diretor da Sea Shepherd Galápagos e eu finalmente estava pronto para assumir o leme do Robert Hunter e retomar a viagem para a Antártida, na campanha que batizamos de Operação Migaloo.


Em um movimento que o saudoso Robert Hunter aprovaria, rebatizei o navio de Steve Irwin, que reflete a paixão dos australianos na oposição à caça ilegal de baleias e para focar como símbolo as baleias da Austrália – Migaloo, a amada baleia jubarte branca, que os japoneses avisaram que arpoariam se tivessem uma chance.

Seguimos ao sul em 5 de dezembro, depois que Teri Irwin lançou o navio sob o nome de Steve. A bordo, estava uma equipe de filmagem do Animal Planet para começar a trabalhar uma série chamada Guerra das Baleias.

Foi uma perseguição longa, perigosa e de sucesso com o Steve Irwin percorrendo mais de 22.000 milhas em três etapas atrás da frota japonesa, através da imensidão do remoto e imprevisível Oceano Antártico. Nós abordamos um navio arpoador criando um incidente internacional que foi manchete no mundo todo. E o mais importante: nós impedimos as operações baleeiras ao ponto de, mais uma vez, os caçadores de baleia falharem, sem atingir sua cota de matança.


Da cota de 50 baleias jubarte, eles não pegaram nenhuma. Eles não caçaram uma única baleia fin de sua cota. Eles caçaram 583 baleias minke. Nós salvamos a vida de 522 baleias minke e um total de 622 baleias das três espécies.

Foi um desastre econômico e de relações públicas para a frota baleeira japonesa e sua frustração restou demonstrada quando eles jogaram bombas de efeito moral e deram tiros em nossa tripulação, com uma bala atingindo meu peito e uma bomba de efeito moral arremessando o cameraman Ashley Dunn ao convés, ferindo sua coxa. Por sorte, meu colete à prova de balas parou o projétil e não houve nenhuma lesão séria do confronto.


Nós descobrimos que poderíamos encontrá-los e cessar suas operações. Nossa única limitação era a necessidade de reabastecer. Isso levou cerca de 10 dias para retornar ao porto, alguns dias para reabastecer de combustível e provisões e outros 10 dias para retornar para a frota. Foi aí que 583 baleias morreram. Se pudéssemos contar com um segundo navio, conseguiríamos pará-los 100%.

E essa é nossa atual missão impossível. Nós podemos e vamos retornar ao Santuário de Baleias do Oceano Antártico em dezembro, com o Steve Irwin. A questão agora é encontrar e garantir um segundo rápido navio, para cobrir o Steve Irwin quando for forçado a retornar ao porto para reabastecer.

Finalmente, nós estamos trabalhando para levantar mais fundos para comprar um segundo navio. Nós também precisamos levantar fundos para combustível, reparos e provisões aos dois navios.


Nós não temos nenhum problema em tripular os navios. Estamos lotados de inscrições. Isso é um alívio, pois agora estamos aptos a tripular o navio com uma diversidade de indivíduos capazes e habilitados. Nossa última campanha foi limitada por alguns desistentes e alguns corações fracos, que não entenderam que ser um membro da tripulação da Sea Shepherd requer um tipo raro de paixão e coragem. Se alguém não está disposto a arriscar sua vida para defender uma baleia, então, esta pessoa não pertence a nossa tripulação. E se não entendem porquê nós perguntamos essa questão, eles não pertencem à nossa tripulação.


Pessoalmente acredito que correr riscos para proteger espécies ameaçadas é, de longe, mais nobre e valioso que arriscar uma vida para proteger o Estado, dinheiro e poços de petróleo e eles dão medalhas às pessoas que fazem isso.


Nós lutamos pela vida, pela diversidade e pelo futuro da humanidade e de todas as coisas vivas e, na minha opinião, essa é a melhor justificativa para navegar em direção ao perigo. O que nos leva à Operação Musashi.

Miyamoto Musashi é uma lenda no Japão e eu escolhi o nome porque Musashi escreveu sobre estratégia de duas formas, usando a caneta e a espada. Em outras palavras, Musashi sabia que além da intervenção agressiva, seria necessário informar e educar.


Ano passado, pela primeira vez no Japão, a questão da caça ilegal de baleias pelo Japão atingiu as manchetes. Porque nossas estratégias, dramáticas e agressivas, eram novas e nos permitiu enviar aos jornais notícias sobre o abate das baleias.


Isso nos trouxe apoio dos japoneses que eram contra à política de matança das baleias de seu governo.


Nossas intervenções são a espada, por uma ação direta e a mídia é a caneta, portanto, nossa abordagem é exatamente o que Musashi tinha em mente.


Alguns anos atrás, todos nos diziam que lutar contra a frota baleeira japonesa era uma causa perdida –os crimes sem punição no oceano Antártico eram cometidos por uma grande equipe de máquinas assassinas, unidas e controladas por mafiosos como a Yakusa. O Nisshin Maru era a formidável Estrela da Morte de Cetáceos. Os assassinatos das baleias pelos criminosos ocorriam em vastas extensões de iceberds, gélidas, atingidas por tempestades nos mares hostis. Nós não tínhamos dinheiro. Nós não tínhamos navios. Em outras palavras, somente um tolo pensaria em se aventurar nessas águas hostis sem os recursos adequados, em um exercício de Quixotismo fútil.


Mas eu recordo o que meu amigo Martin Sheen me disse uma vez: “Causas perdidas são as únicas causas que valem à pena lutar”.

E gente bastante me chamou de tolo, ao ponto de que não tive problema em acreditar e, deste modo, surpreendê-los trilhando o caminho de um tolo como Dom Quixote, em uma missão desesperada para proteger a inocência e a vida que, para ser franco, foi um tanto quanto atraente.


Nossa impossível e desesperada missão causou tanto impacto que agora eu acredito que podemos vencer e expulsar os baleeiros criminosos do Santuário de Baleias do Oceano Antártico.

Não há dúvidas de nossa superioridade moral. Os baleeiros japoneses estão alvejando baleias ameaçadas e indefesas em um Santuário de Baleias, em violação às leis internacionas e a moratória comercial da caça à baleia. São assassinos sádicos envolvidos com a máfia japonesa Yakusa em uma indústria que não tem honra e não oferece nenhum benefício ao povo japonês.

Nós vamos adiante na proteção e defesa da vida. Nós nunca lesionamos ninguém. Nós somos tão a favor da não-violencia que a alimentação em nosso navio é vegano. Nós nunca fomos condenados por um crime hediondo em qualquer lugar do mundo. Nós somos voluntários arriscando nossas próprias vidas para proteger a vida.

O governo japonês pode nos chamar de eco-terroristas e piratas até o Monte Fuji derreter, mas o fato que permanece é que nós lutamos pela vida e eles matam por lucro.

Nesse caso, os piratas do bem vestem preto e a nossa bandeira pirata é um símbolo de esperança para as baleias e para a proteção de nossos oceanos. Nós somos piratas da compaixão e vida em uma batalha para subjugar e derrotar os piratas da ganância e da morte.

Woody Allen disse uma vez que 90% do sucesso era apenas aparecer. Nesse caso, ele está absolutamente certo. Nós só precisamos continuar aparecendo no encalço da frota japonesa, perturbando e intervindo contra a matança. Nós precisamos puxá-los para baixo, forçando-os a encarar perdas financeiras a cada ano, até que eles tenham tantos débitos que irão sucumbir.

Nós podemos e vamos destruir a Estrela da Morte de Cetáceos. Nós pretendemos afundar a frota baleeira japonesa – economicamente. Sem machucar uma única pessoa nós vamos levar suas operações à bancarrota e assim podemos encerrar a matança.


Seu investimento em nossas operações tem e continuarão tendo resultados.

Quanto vale a vida de uma baleia para você?

Seu apoio e credibilidade em mim e em minha tripulação retornarão com a dádiva das baleias vivas e a promessa de sobrevivência dos nossos oceanos.


Comentários do Capitão Paul Watson

. Red Duster é uma bandeira cortesia do Reino Unido, içada nas embarcações civis.
http://www.seashepherd.org.br/noticia.php?not=103


Um comentário:

Anônimo disse...

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